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Gerais / Por Redação
/ 12 de junho de 2018 12 de junho de 2018
O grande dia chegou! Milhares de candidatos realizam neste domingo, 10, as provas do concurso TRT-RJ, para cargos de técnico e analista. Pela manhã, algumas especialidades de analista mais o grande concorrido cargo de técnico da área administrativa reuniram muitos concorrentes em diversos polos do estado.
E foi justamente os locais de prova um dos motivos de maior preocupação dos concorrentes ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região. Quem escolheu fazer ambas as provas (manhã e tarde), teve dificuldade de se concentrar no exame pensando na logística de deslocamento para o segundo polo.
A reportagem de FOLHA DIRIGIDA realiza uma cobertura em tempo real da prova do O principal polo de prova é o Campus da Universidade Veiga de Almeida, no Maracanã.
FOLHA DIRIGIDA realiza cobertura em tempo real
Segundo dados obtidos junto ao Instituto AOCP, eram esperados mais de 9 mil concorrentes durante o domingo, em ambos os turnos. No entanto, os concorrentes tiveram que lidar com muitos fatores, além da concentração e foco na prova, pensar como fariam para chegar na prova da tarde.
Candidata do Mato Grosso fará as duas provas
Para Ana Paula, de Cáceres interior do Mato Grosso, o Instituto AOCP se mostrou inexperiente para um tipo de prova como TRT-RJ. Ela relata que o problema dos locais de prova prejudicou muitos candidatos, principalmente quem vem de fora do estado e não conhece quase nada quanto a transporte, hospedagem e alimentação.
“Estamos acostumados com uma banca um pouco maior, exemplo de Fundação Carlos Chagas”, disse a candidata que prestou para o cargo de técnico da área adminsitrativa. Ana Paula falou ainda que isso complicou a vida dos candidatos, que não sabem como farão para almoçar, pois é domingo e quase não tem opções próximo aos locais.
“Vou fazer a prova à tarde no Fundão e não conheço o local, não sei onde fica e não tenho a mínima ideia onde seja isso (risos)”, brincou a candidata. Mas ela está otimista para uma boa prova e planejou sair com antecedência. “Vou esperar para ver se encontro mais pessoas na mesma situação e ficarmos em volume maior. É melhor até pra segurança.”
De Paraíba do Sul ao Centro do Rio, candidata relata o desespero
Laís Martins é mais uma candidata que relatou ter ficado muito preocupada quando viu os locais de prova do concurso TRT-RJ. A candidata fez a prova de técnico pela manhã e fará a de analista à tarde. Ela comenta que não é do Rio e optou por se hospedar próximo ao polo de prova da manhã para evitar imprevistos.
“Fiquei em um hotel aqui perto (Tijuca), justamente por causa de transporte, ainda mais por ser domingo. Preferi ficar em um hotel mais perto do que mais longe na casa de parentes. Vou fazer a prova de analista à tarde lá na UFRJ, no Fundão. Quando eu vi no cartão que seria tão longe bateu o desespero, porque não sou daqui. E me falaram que transporte no domingo demora.”
A candidata veio de Paraíba do Sul, onde reside sua família. No entanto, contou que é servidora do TJ de Minas Gerais e está lutando por essa vaga no TRT-RJ para voltar para perto da família. Por esse motivo decidiu enfrentar todo esse desafio da mobilidade.
“Estou indo para o segundo local com duas horas e meia de antecedência para ver se eu não perco essa prova, afinal, eu vim de longe só para isso. Estou indo para o Fundão de Uber. É mais seguro e rápido. Nunca fui e não conheço, mas me preocupo com a segurança.”
Os candidatos contam com a ajuda de familiares, que aguardam do lado de fora para ajudar no deslocamento, mas também com a colaboração de motoristas de aplicativos. A reportagem da FOLHA DIRIGIDA encontrou alguns deles esperando os participantes acabarem o exame para levar até o segundo polo.
Provas da OAB confundem candidatos do TRT-RJ
Quem fez a prova do TRT-RJ pela manhã no polo da Universidade Veiga de Almeida no Maracanã encontrou dificuldade para achar o local exato do exame. Muitos candidatos ficaram perdidos no início, pois no prédio ao lado é aplicada também a prova prático-profissional da segunda fase do 25º Exame de Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Os concorrentes devem ficar atentos pois a prova da OAB acontece no portão 75 e a do TRT-RJ no portão 108. A reportagem de FOLHA DIRIGIDA encontrou muitos candidatos perdidos nos arredores do campus. Fique atento para não perder tempo crucial, principalmente se fará a prova da tarde.
Gerais / Por Redação
/ 12 de junho de 2018 12 de junho de 2018
Os candidatos inscritos no concurso do Corpo dos Bombeiros do Sergipe já podem conferir os locais de prova. Embora estivesse previsto para ser divulgado no dia 11, o documento só foi publicado no site da banca IBFC nesta terça-feira, 12. Já as avaliações estão marcadas para o próximo domingo, 17.
Na data em questão serão aplicadas as provas objetivas e discursivas para os cargos de soldado e cadete dos Bombeiros-SE. A consulta aos locais, datas e horários de avaliação deverá ser feita individualmente, por meio do número de inscrição ou CPF.
O documento de convocação, publicado anteriormente, informa ainda que o horário de abertura dos portões é de 14h, e seu fechamento será às 15h. Já o início da prova está previsto para 15 minutos depois. A banca aconselha que os participantes cheguem com, pelo menos, 60 minutos de antecedência do fechamento dos portões.
Bombeiros-SE: saem locais de prova (Foto: Agência Sergipe de Notícias)
Serão dadas cinco horas para a realização das provas. Os candidatos só poderão deixar a sala após duas horas de exame, mediante a entrega da folha de respostas e do caderno de questões. A banca IBFC instrui que os candidatos não levem aparelho celular no dia. Além disso, é proibida a entrada na sala de prova com armas, mesmo que a pessoa tenha porte.
Veja o que será cobrado nas provas do concurso Bombeiros-SE
A prova objetiva do concurso Bombeiros-SE, organizado pela IBFC, será aplicada para todos os cargos e será composta de 65 questões para soldado e 70 para oficiais. Veja a distribuição abaixo:
Soldado
Conhecimentos Básicos:
➤ Língua Portuguesa – 10 questões;
➤ Informática Básica – 5 questões;
➤ Atualidades – 5 questões;
➤ Conhecimentos Gerais do Estado de Sergipe – 5 questões.
Conhecimentos Específicos:
➤ Matemática – 10 questões;
➤ Ciências da Natureza e suas Tecnologias – 15 questões;
➤ Noções de Direito – 10 questões;
➤ Legislação pertinente ao CBMSE – 5 questões.
Oficial
Conhecimentos Básicos:
➤ Língua Portuguesa – 8 questões;
➤ Língua Estrangeira – Inglês – 4 questões;
➤ Língua Estrangeira – Espanhol – 4 questões;
➤ Informática Básica – 4 questões;
➤ Atualidades – 4 questões;
➤ Conhecimentos Gerais do Estado de Sergipe – 6 questões.
Conhecimentos Específicos:
➤ Matemática – 10 questões;
➤ Ciências da Natureza e suas Tecnologias – 15 questões;
➤ Noções de Direito – 10 questões;
➤ Legislação pertinente ao CBMSE – 5 questões.
Quem estiver concorrendo às vagas de oficial ainda fará a prova discursiva, que acontecerá no mesmo dia da objetiva, e será constituída por uma redação de 20 a 30 linhas. O exame será avaliado na escala de zero a 60 pontos, considerando-se habilitado o candidato que obtiver nota igual ou superior a 30 pontos.
Casaco no dia de prova: levar ou não?
Você estuda meses e meses, tem uma noite bem dormida e está bem alimentado. Tudo certo para fazer uma prova, certo? Errado. Há mais um item importante na lista dos concurseiros na hora de fazerem uma prova: o casaco. Entenda a importância dele com o especialista Guilherme Miziara em mais um Dicas para Concursos.
Gerais / Por Redação
/ 19 de dezembro de 2017 19 de dezembro de 2017
Coréia do Sul move-se para regulamentar a negociação doméstica de Bitcoin, trocas
Desde final de novembro de 2017, a Coreia do Sul tem olhado para regular a negociação criptomoeda em bolsas nacionais, incluindo Bithumb, Coinone e Korbit, The Korea Herald relatórios . Agora, tentando dominar a onda de especulação de criptografia selvagem no país, a Coréia do Sul está impondo proibições comerciais para menores e procura maneiras de impor impostos sobre os retornos dos investimentos.
A Coreia do Sul é o terceiro maior mercado mundial de negociação de bitcoins, depois do Japão e dos EUA, e o maior mercado de câmbio para o éter, representando mais de 33% de sua participação no mercado, de acordo com um recente relatório da MIT Technology Review . O país também abriga dois dos 15 principais intercâmbios globais de moeda digital ( Bithumb e Coinone ) e acredita ter cerca de um milhão de comerciantes diários registrados em moedas virtuais, o que equivale a cerca de um em cada 50 cidadãos.
Isso é preocupante para o governo sul-coreano. Em setembro de 2017, a Comissão de Serviços Financeiros do país (FSC) ordenou a proibição das Ofertas iniciais de moedas (ICOs). Em novembro de 2017, o chefe do Serviço de Supervisão Financeira da Coréia do Sul disse que a agência estava monitorando o comércio de criptografia no país, e a Agência Nacional de Tributos do país revelou que estava considerando um imposto sobre o valor agregado, um imposto sobre ganhos de capital ou ambos em transações de criptografia . Se o plano for implementado, a Coréia do Sul se tornará um dos poucos países a tributar as transações de criptografia para troca de caixa.
A preocupação do governo também é motivada pelo risco de ataques cibernéticos do vizinho malvado do país, a Coréia do Norte. De acordo com a Agência Nacional de Polícia da Coréia do Sul, os hackers do norte da Coreia poderiam ter como alvo as trocas sul-coreanas de bitcoins.
Com essas medidas mais recentes, os bancos da Coreia do Norte que oferecem contas de negociação de criptografia terão que verificar a identificação de novos titulares de contas e proibir menores de abrir contas. Woori Bank e Korea Development Bank fecharão contas virtuais oferecidas para criptografia antes do final do ano, de acordo com os bancos .
Os reguladores também impedirão as instituições financeiras de investir ou obter criptografia, e está considerando maneiras de obrigar os operadores de câmbio de cryptocircuitos a verificar os nomes reais dos usuários, fortalecer a segurança do armazenamento de chaves de criptografia e divulgar o preço da compra e os volumes de pedidos. As autoridades também tomarão ações punitivas fortes contra os perpetradores de fraudes relacionadas à criptografia.
Em um comunicado de imprensa, o governo disse que os novos regulamentos eram necessários “para evitar que um público em geral, sem experiência, sofra perdas ao participar de investimentos em moeda virtual que tenham flutuações maciças”.
Estas questões foram discutidas na quarta-feira, 13 de dezembro de 2017, em uma reunião presidida por Hong Nam-ki, ministra da Coordenação do Escritório de Políticas Governamentais, e contou com a presença de funcionários dos ministérios da justiça, finanças e ciência e TIC, como bem como da Comissão de Serviços Financeiros, da Comissão de Comunicações da Coréia, da Comissão de Comércio Justo e do Serviço Nacional de Impostos.
Enquanto algumas manchetes de notícias estão apresentando isso como um desenvolvimento catastrófico que encerrará a indústria de criptografia na Coréia do Sul, a iniciativa das autoridades sul-coreanas está em linha com as tendências atuais para regulamentos de criptografia mais fortes na China, Europa e os EUA.
“Um conjunto certo de regulamentos irá nutrir o mercado da moeda virtual (” moeda virtual “), e agradeceríamos isso”, disseram representantes da Bithumb à Reuters , acrescentando que esse código de conduta poderia aumentar a legitimidade do mercado.
Gerais / Por Redação
/ 19 de dezembro de 2017 19 de dezembro de 2017
A lei apoiada pelo partido PT vai tirá-lo das eleições
Defensores da medida em 2010, aliados do ex-presidente hoje questionam possível aplicação contra ele; 2ª instância decidirá em janeiro se confirma condenação em caso de tríplex, deixando petista inelegível.
O petista, depois ministro da Justiça do governo Dilma Rousseff, foi relator do projeto de lei que chegou ao Congresso por iniciativa popular, com apoio de 1,6 milhão de assinaturas. Entre várias mudanças nas regras para inelegibilidade, a proposta estabelecia que condenados em segunda instância por crimes graves não poderiam mais disputar eleições.
Depois da aprovação pelos parlamentares, o texto foi sancionado sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho daquele ano – é essa lei que hoje pode barrá-lo da disputa presidencial de 2018, caso sua condenação pelo juiz Sergio Moro venha a ser confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no julgamento marcado para 24 de janeiro.
O ex-presidente acusa Moro de não ser isento para julgá-lo e contesta as acusações de que teria recebido um apartamento tríplex no Guarujá (SP) em troca da promoção de interesses da empreiteira OAS junto à Petrobras.
Hoje ameaçado pela norma, Lula deu total apoio à Lei da Ficha Limpa em 2010. Antes mesmo da chegada do projeto de iniciativa popular, o então presidente havia encaminhado ao Congresso outro projeto de lei com teor semelhante em fevereiro de 2009, dentro de um pacote de reforma política.
Hoje, porém, seus apoiadores questionam a legalidade do processo contra o petista e dizem que a eleição de 2018 não será legítima se ele for barrado pela regra. No momento, o ex-presidente lidera as pesquisas de intenções de voto.
“Eleição sem Lula é fraude”, tem repetido a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.
“Lei é lei e deve ser cumprida por todos. A Lei da Ficha Limpa é uma conquista da cidadania e da democracia no Brasil”, rebate o líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer, um dos que votou pela aprovação da proposta em 2010, quando era deputado.
‘Hoje, não apoiaria a lei’
Não há um balanço de quantos candidatos já foram barrados pela lei até agora. Um levantamento parcial do Ministério Público Eleitoral indicou que na eleição de 2014, até agosto, 153 haviam sido impedidos de concorrer por essas regras.
Apesar de ter mobilizado grande apoio da opinião pública e da classe política (a votação no Senado foi unânime), a proposta da Ficha Limpa também gerou, na época, algumas reações de juristas e políticos que viam o risco de a norma barrar de forma injusta potenciais candidatos, que poderiam vir a ser absolvidos nas instâncias superiores, após condenações em segunda instância.
Em foto de 2010, manifestantes favoráveis ao projeto da Ficha Limpa mostram cartazes em Brasília | Foto: José Cruz/ABr
Foto: BBCBrasil.com
Questionado pela BBC Brasil sobre ter se arrependido de ter apoiado a norma, Lula não quis se manifestar. Já o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), um dos grandes entusiastas da Lei da Ficha Limpa em 2010, quando era deputado, disse à BBC Brasil que naquele momento “a lei era muito boa”, mas que “no ambiente de hoje não apoiaria”.
“Nesses sete anos, paradoxalmente, diminuiu a independência judicial”, argumentou.
Ex-juiz federal, Dino colaborou intensamente na redação da lei, como subrelator de Cardozo. Ele conta que foi durante um dos vários almoços para discutir a matéria, no restaurante do 10º andar da Câmara, que os dois decidiram incluir na proposta de iniciativa popular a possibilidade de o condenado em segunda instância suspender os efeitos de inelegibilidade por meio de uma liminar de cortes superiores, como o Supremo Tribunal de Justiça ou o Supremo Tribunal Federal.
Se o TRF-4 mantiver a condenação de Lula, a esperança para sua candidatura residirá nesse recurso. Segundo o governador, o objetivo era criar “uma válvula de escape” para o candidato ter como reverter eventual decisão “ilegítima” em segunda instância. A lei prevê que a liminar pode ser concedida “sempre que existir plausibilidade da pretensão recursal”.
“O requisito é que o pedido seja minimamente plausível, que é o caso (do Lula). Você tem um debate razoável (sobre esse processo). Não é uma condenação indiscutível. Pelo contrário, é muito falha na minha visão”, afirmou Dino.
Segundo ele, um dos sinais de que o processo de Lula não estaria ocorrendo dentro da “normalidade” é a rapidez “atípica” com que o julgamento em segunda instância foi marcado. Segundo levantamento do jornal Folha de S.Paulo, a tramitação da ação contra a Lula está sendo a mais rápida entre os casos da Lava Jato no TRF-4.
Mas em uma resposta à defesa do ex-presidente, o presidente da corte, Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, negou que tenha havido celeridade. Segundo ele, 1.326 apelações foram julgadas pelo tribunal em um tempo inferior apenas neste ano.
‘Aplicação a qualquer pessoa’
Márlon Reis, jurista que ficou conhecido por seu papel de liderança na articulação da proposta da Ficha Limpa, defende a validade da lei nos dias de hoje. Ressaltando não conhecer no detalhe o caso de Lula, ele argumenta que a possibilidade de recurso às instâncias superiores para suspender eventual inelegibilidade garante o bom funcionamento da norma.
“Eu defendo a aplicação da Ficha Limpa indistintamente a qualquer pessoa. Uma norma não pode ser usada como instrumento de perseguição política, para tentar tirar alguém da disputa de forma arbitrária e artificial. Entretanto, a relevância do nome, o histórico pessoal, o poder econômico ou qualquer outro distintivo não pode valer para afastar a aplicação da lei, que deve se dar de maneira igual para todos”, defendeu Reis, atualmente filiado à Rede e pré-candidato ao governo do Tocantins.
Já Marcelo Peregrino, ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina e especialista na lei da Ficha Limpa, a qual analisou em seu mestrado, pensa diferente. Um dos principais críticos da norma, o advogado afirma que ela “não tem paralelo no mundo ocidental”.
Além de impedir candidatos condenados em segunda instância, a lei prevê uma série de outras situações de inelegibilidade, como por exemplo no caso de servidor público demitido após processo administrativo ou de pessoas proibidas de exercer sua profissão após decisão de “órgão profissional competente”.
“É uma lei muito ruim, que substitui a soberania popular, o voto, e não é eficaz para reduzir a corrupção”, sustenta.
Na sua visão, a possibilidade de impedir uma candidatura apenas com decisão em segunda instância, ou seja, sem a conclusão do processo, é inconstitucional e contraria entendimento da Corte Interamericana de Direitos Humanos, da qual o Brasil faz parte.
Segundo Peregrino, Lula poderá recorrer também a esse tribunal, se ficar impedido de concorrer, mas as decisões lá costumam ser muito lentas.
A regra e a disputa pela Presidência
Para o jurista Luiz Flávio Gomes, há provas que permitem condenar Lula em segunda instância e os recursos que podem viabilizar sua candidatura mesmo como “ficha-suja” são uma “frouxidão” na lei. Na sua visão, a “injustiça” não está na condenação do petista e no rápido andamento do seu processo, mas em isso não ser aplicado também para políticos de outros partidos.
“O fato de a Justiça só estar condenando a corrupção do Lula, e não a do (senador) Aécio (Neves), a do (presidente Michel) Temer, a do (senador José) Serra, é terrível. A sociedade tem a sensação de injustiça. Isso explica Lula ter subido nas pesquisas depois da condenação do Moro”, acredita.
O diretor para América Latina da ONG Open Society Foundations, Pedro Abramovay, fazia parte da equipe do então ministro da Justiça, Tarso Genro, quando o governo Lula enviou sua proposta de “ficha limpa” ao Congresso em 2009.
Ele considera que, de maneira geral, o saldo da lei é “muito positivo”, principalmente para barrar candidatos envolvidos em esquemas de corrupção das disputas para o Poder Legislativo. Mas diz, porém, que talvez fosse melhor ter previsto outras regras para a disputa presidencial, como a exigência de que apenas uma decisão do Supremo Tribunal Federal fosse capaz de gerar inelegibilidade.
“No caso da disputa para presidente da República, as consequências políticas (de barrar um candidato) são muito sérias. Nunca se imaginou o tipo de politização que o Judiciário teria no âmbito nacional quando a lei foi feita. Isso talvez tenha sido um erro”, afirmou.
Para Abramovay, impedir o líder das pesquisas de concorrer pode gerar uma desconfiança na sociedade sobre a legitimidade da próxima eleição, prolongando a crise política no próximo governo.
Em foto de 2010, Michel Temer, então presidente da Câmara, recebe manifestantes favoráveis à lei da Ficha Limpa | Foto: Antonio Cruz/ABr
Foto: BBCBrasil.com
Márlon Reis, por sua vez, considera que o fato de Lula liderar as pesquisas não deve ter qualquer influência em eventuais decisões da Justiça. Ele também discorda da ideia de que talvez fosse melhor ter regras diferentes para candidatos à Presidência.
Na sua visão, a aplicação de lei em uma disputa presidencial pode servir “como um momento educativo”.
“Justamente pela importância do cargo (de presidente), sobre ele deve pairar cautelas ainda mais graves”, defendeu, ressaltando que não se referia especificamente ao caso do Lula.
Outro deputado que votou pela aprovação de lei em 2010, Efraim Filho, hoje líder do DEM na Câmara, acusa os aliados de Lula que agora criticam a eventual aplicação da ficha limpa de “incoerência”. Ele ressalta que o PT poderá continuar disputando a eleição com outros nomes, caso a sentença de Moro se confirme.
“Aquilo que a Justiça decidir tem que prevalecer. Ninguém pode achar que liderar pesquisa é cheque em branco para poder escapar da lei.”
Gerais / Por Redação
/ 19 de dezembro de 2017 19 de dezembro de 2017
‘Me aposento em seis meses’ – brasileiros largam emprego e faculdade para se dedicar ao Bitcoin
Universitário de 26 anos largou trabalho em escritório de advocacia e conta que moeda criptografada valorizou mais de 3.500% desde que começou a comprar.
eandro (nome fictício), de 26 anos, passava parte de seus dias organizando processos em um escritório de advocacia. A rotina incluía visitas frequentes ao fórum para consulta à papelada empoeirada. Há dez meses, surpreendeu o chefe e os colegas quando pediu demissão do estágio para se dedicar ao investimento em bitcoins – a criptomoeda que têm chamado a atenção do mundo pela hipervalorização. À época, foi tratado como louco. “Me aposento financeiramente em seis meses”, diz ele, hoje.
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Casal começou a investir em bitcoin há um ano; ela parou a faculdade e ele deixou o emprego como eletricista
Foto: BBCBrasil.com
O rapaz, que pediu para ter o nome preservado por questões de segurança, se tornou um corretor de moedas criptografadas. Ele conta que, ao longo de quase dois anos, investiu todo o salário que ganhava como estagiário – de R$ 500 a R$ 600 por mês.
Desde então, a moeda criptografada valorizou mais de 3.500%.
“Na época, eu conseguia comprar uma quantia razoável de moedas, já que o valor estava bem mais baixo. Depois, amigos apareceram querendo comprar e eu vi que era possível ganhar dinheiro com aquilo. Um corretor me apadrinhou e depois eu me tornei sócio dele. Hoje, ele se aposentou e eu sigo carreira solo”, disse o rapaz, em entrevista à BBC Brasil.
Leandro trabalha das 8h às 17h dentro de seu quarto e está no último ano da faculdade de direito. Ele não pretende trabalhar no setor, mas quer terminar o curso e se especializar na área tributária “para ter um plano B”.
“Eu tenho uma boa quantia em moedas criptografadas, mas também tenho uma boa quantia em real. Contratei nesta semana um amigo para trabalhar comigo e, em breve, vou alugar uma sala comercial para dividí-la com outro corretor e quatro investidores de bitcoin”, conta Leandro.
Controverso, em 2017, o bitcoin se transformou em um dos investimentos mais rentáveis. Em meio a oscilações bruscas, cada moeda chegou a valer mais de US$ 18,5 mil (R$ 69 mil) – um aumento significativo, já que o câmbio no início do ano era de 1 bitcoin para US$ 1 mil.
A valorização astronômica e a facilidade para fazer transações com as criptomoedas, se comparado ao mercado financeiro tradicional, tem causado furor e atraído muitos jovens. Além de abandonar seus empregos, parte deles também largam a faculdade.
Há dez meses, jovem largou estágio para se dedicar integralmente ao bitcoin e hoje já fala em se aposentar em seis meses
Foto: BBCBrasil.com
Em 2016, Marília Cecílio, de 26 anos, completou o primeiro dos três anos da faculdade de cinema, que fazia na Austrália. No fim daquele mesmo ano, ela conheceu o namorado, o britânico James Calvert, de 30 anos. Ele trabalhava como eletricista. Em poucos meses, ambos passaram a comprar bitcoin – ela abandonou a faculdade, ele pediu demissão e deixou de atuar com construção civil. Seu ganho foi repentino e muito mais lucrativo que qualquer trabalho.
“James me ajudou a abrir uma conta. Comprei US$ 100 quando cada moeda valia menos de US$ 500. Depois de duas transações, eu já tinha dobrado a quantia”, conta Cecílio.
Meses depois, Calvert precisou deixar a Austrália. Sua namorada não pensou duas vezes em acompanhá-lo e viver do lucro com bitcoin.
Hoje, eles se dividem entre a casa dele em Londres, na Inglaterra, e a da família dela, em Campinas, interior paulista. Tudo bancado pelo rendimento nas moedas criptografadas. “Isso acabou nos dando liberdade”, conta Marília Cecílio.
Para se proteger das oscilações no valor das criptomoedas, eles mensalmente convertem parte do estoque que têm de bitcoin em libras ou dólar. E se organizam de modo a aproveitar a volatilidade: fazem transações diárias de compra e venda. Quando as moedas caem, compram. Revendem na alta, assim como fazem investidores em ações na Bolsa de Valores.
Bitcoin e o efeito Pokémon Go
Nas últimas semanas, o bitcoin têm se mantido entre os assuntos mais comentados nas redes sociais e tema frequente de reportagens. Isso tornou o investimento na moeda criptografada ainda mais popular e causou uma valorização repentina devido ao grande volume de compras e ao aumento da procura. No dia 23 de novembro, cada bitcoin era negociado a R$ 29.300. Nesta segunda, menos de um mês depois, a criptomoeda já custava R$ 69 mil.
Um reflexo dessa corrida pelo ouro virtual é o efeito Pokémon Go causado nas ruas de grandes metrópoles. Assim como o jogo de captura de monstros reunia centenas de jovens em pontos de batalha na rua, os day traders – como são chamadas os investidores ativos diariamente – passaram a usar o horário de almoço e caminhadas até o ponto de ônibus para negociar a moeda.
A reportagem da BBC Brasil identificou pessoas nas ruas de São Paulo e no metrô negociando a moeda criptografada em voz alta.
Gráfico mostra valorização do bitcoin apenas no último ano
Foto: BBCBrasil.com
O professor de finanças do Insper Ricardo Rocha diz que investir em criptomoedas é altamente arriscado. Para o pequeno investidor, não vale a pena tratar esse tipo de investimento como a principal aplicação ou como o depositário das reservas de segurança da família.
“O ideal é investir apenas um valor que, caso você perca, não afete sua vida, aquela quantia que não vai te fazer falta. Ninguém deve, por exemplo, vender seu patrimônio para comprar bitcoin”, afirma Rocha.
Ele diz ainda que a alta valorização das criptomoedas nos últimos anos não garante que isso se manterá. “Retorno passado não é garantia de retorno futuro. E não há histórico para comparar, então é preciso considerar a possibilidade de perda total”, explica o economista.
Para Rocha, o ideal é diversificar investimentos. Para quem já se aventurou com as criptomoedas, o ideal é realizar parte do lucro: converter algum percentual do rendimento e reinvesti-lo em outras modalidades, como títulos do tesouro direto, renda fixa, poupança, ações e até mesmo outra moeda criptografada.
O que dizem o Banco Central e a Receita Federal
O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse na última quarta-feira (13) que há o risco das moedas virtuais serem “uma bolha” ou um “esquema de pirâmide”, que pode resultar numa desvalorização repentina. “Não é algo que a gente deva dar suporte”, afirmou.
O professor do Insper, porém, ressalta que o ideal é tentar entender as moedas criptografadas em vez de ignorá-las, como têm feito parte dos investidores mais conservadores.
Economista Ricardo Rocha acredita que não se deve ignorar o fenômeno das criptomoedas
Foto: BBCBrasil.com
“Muita gente nega sua existência (bitcoins) no Brasil, até o Banco Central, mas a Receita Federal reconhece a criptomoeda (ela deve ser declarada no Imposto de Renda). O Japão já autoriza seus cidadãos a usarem o bitcoin e isso pode ser um sinal. A resistência ao novo por alguns economistas mais conservadores é extraordinária, mas eu vou na contramão e tento entender o novo”, afirmou Ricardo Rocha.
Alguns economistas reforçam o discurso do Banco Central e dizem que as bitcoins formam uma clássica bolha especulativa: investidores eufóricos pagando por um ativo muito mais do que ele vale, apenas por medo de ficar de fora da onda. Eles colocam o entusiasmo com o bitcoin na mesma categoria da bolha da Internet do ano 2000 ou da bolha no mercado imobiliário americano que levou à crise de 2008.
Outros afirmam que o crescimento é resultado da passagem do Bitcoin para mercado financeiro tradicional – como, por exemplo, sua entrada no Mercado Futuro de Washington. Um consenso entre estudiosos é que só o futuro poderá dizer a real relevância das moedas criptografadas.
Para Leandro, Cecílio e Calvert, no entanto, a moeda criptografada já é o presente. E, se algo der muito errado com as moedas virtuais nos próximos meses, esperam já ter ganhado dinheiro o bastante para não ter que se preocupar com o futuro.
É provável que PSDB articule a criação de uma frente partidária para lançar um candidato para sucedê-lo na corrida para Presidente.
As vésperas do provável desembarque do PSDB do governo, o presidente Michel Temer começou a articular a criação de uma frente partidária para lançar um candidato para sucedê-lo na corrida ao Palácio do Planalto em 2018, segundo uma fonte palaciana.
É sabido por todos que o presidente Michel Temer passou por uma cirurgia essa semana. Agora ele vai à São Paulo para completar alguns exames e retirar a sonda colocada nessa cirurgia. Veja a matéria completa feita pelo portal Terra.
O presidente Michel Temer viajará nesta sexta-feira para São Paulo, onde passará um dia internado no hospital Sírio-Libanês para retirar uma sonda urológica e passar por uma bateria de exames, informou o Palácio do Planalto.
Temer, de 77 anos, teve uma obstrução da uretra na quarta-feira, causada por um alargamento da próstata, e passou algumas horas no Hospital do Exército, em Brasília, onde foi submetido a uma sondagem vesical para esvaziar a bexiga e recebeu uma sonda urológica.
De acordo com uma fonte do Planalto, Temer viajará para São Paulo nesta sexta à tarde e deve passar a noite no hospital e fazer um checkup no sábado para verificar a necessidade de outros procedimentos.
Apesar da recomendação para que ficasse em repouso, na quinta-feira à tarde Temer foi ao Planalto e trabalhou até cerca de 18h, recebendo parlamentares e em reunião com ministros. Pelo Twitter, agradeceu à equipe médica que o atendeu e disse que, apesar da recomendação para diminuir o ritmo, tinha “muito o que fazer”.
Gerais / Por Redação
/ 26 de outubro de 2017 27 de outubro de 2017
Todos se lembram do acidente em Mariana, cujo responsáveis são Samarco, Vale e outros. Enfim, os impactos foram muitos, mas, apesar dos pesares, a Vale comemora um lucro bilionário de 7,14 bi no terceiro trimestre. Veja a matéria completa feita pelo portal Terra.
O lucro líquido entre julho e setembro foi de 7,14 bilhões de reais no terceiro trimestre, ou 2,23 bilhões de dólares, levemente abaixo do consenso de estimativas compiladas pela Thomson Reuters, de 2,439 bilhões de dólares.
O desempenho da mineradora só não foi melhor no terceiro trimestre porque os preços de minério de ferro se enfraqueceram ao final do período, segundo afirmou o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, em teleconferência com analistas.
Para o quarto trimestre, o executivo prevê um bom resultado, apesar da sazonalidade, tendo em vista os esforços da empresa para reduzir custos e alavancar retornos. A previsão, segundo ele, foi feita considerando o cenário de preços atual.
“Obviamente o quarto trimestre é um trimestre sazonalmente mais fraco do que o terceiro, principalmente em termos de preço. No entanto, posso assegurar aos senhores que a nossa expectativa, nestas condições, é apresentar resultados na média auferida pela Vale até este momento no ano”, disse Schvartsman.
Os três últimos meses do ano deverão ter ainda a ajuda dos recursos de Project Finance do corredor logístico de Nacala, em Moçambique, de mais de 2 bilhões de dólares, que permitirão à companhia atingir em 2017 dívida líquida entre 15 bilhões e 17 bilhões de dólares, ante os 21,07 bilhões de dólares atuais.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou 13,25 bilhões de reais, no terceiro trimestre, alta de 37,5 por cento ante o mesmo trimestre do ano passado, com aumento nas vendas de minério de ferro, principal produto da companhia.
A comercialização de minério de ferro (finos) da companhia, maior produtora global da commodity, atingiu 76,4 milhões de toneladas, ante 74,2 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, com vendas a preços mais altos.
O preço de referência de finos de minério de ferro fechou o terceiro trimestre em 76,10 dólares por tonelada, alta de quase 30 por cento na comparação anual.
Assim, a Vale registrou receita operacional líquida de 28,6 bilhões de reais no terceiro trimestre, alta de 31 por cento na comparação anual.
Em relatório, o BTG Pactual destacou que a Vale está melhorando os resultados, mas observou que eles vieram levemente abaixo das expectativas da instituição, que, admitiu o banco, “estavam altas”.
O Ebitda em dólares foi de 4,192 bilhões, 9 por cento abaixo do esperado pelo BTG e entre 3,5 por cento e 4 por cento abaixo do consenso de analistas.
“Atribuímos isso a uma série de fatores: embarques de minério de ferro ligeiramente inferiores (-8 por cento abaixo), baixas realizações de preços de pelotas (-8%), menor Ebitda de metais básicos (-20 por cento com desempenho decepcionante no níquel) e menor Ebitda de carvão…”, analisou o BTG.
A ação ordinária da Vale operava em baixa de quase 2 por cento, por volta das 16:30, enquanto Ibovespa caía 0,6 por cento.
Planos futuros
Os preços do minério de ferro devem ficar acima dos 65 dólares por tonelada no próximo ano, quando a empresa prevê produzir um total de 390 milhões de toneladas, na avaliação do diretor-executivo de Minerais Ferrosos e Carvão, Peter Poppinga.
O volume será um avanço ante a estimativa de produção para este ano, que deverá ficar próxima ao limite inferior da faixa projetada de 360 milhões a 380 milhões de toneladas.
“A gente tem dito frequentemente que nosso ‘base case’ não será ainda em 2018, mas vai ser em 2019, de a gente chegar em 400 milhões de toneladas. Portanto, 2018 deve beirar os 390 (milhões de toneladas)”, disse Poppinga, destacando que grande parte da oferta nova da commodity no mundo será da Vale.
Na parte da oferta de minério no mercado transoceânico, Poppinga afirmou que há um decréscimo dos volumes novos conforme os anos estão passando. Segundo ele, em 2018, é esperada uma oferta nova de 50 milhões de toneladas, ante 115 milhões em 2016, por exemplo.
Para o presidente Schvartsman, esta é uma nova fase para a Vale em termos de eficiência, sustentabilidade e governança corporativa.
“Agora podemos ir para o segmento de listagem do Novo Mercado bem antes dos nossos planos originais com o apoio de todos os nossos acionistas. Estamos prontos para transformar a Vale em uma verdadeira corporação”, completou.
A partir de 22 de dezembro, a empresa já estará listada no Novo Mercado, o mais alto nível de governança da B3.
Gerais / Por Redação
/ 25 de outubro de 2017 27 de outubro de 2017
O casal Luan Santana e Jade, trocaram beijos na noite de premiações do Multishow. Veja a matéria e fotos abaixo, feita pelo site PurePeople.
Luan Santana e a namorada, Jade Magalhães, se beijaram ao chegarem no Prêmio Multishow de Música, entregue na noite desta terça-feira (24), no Rio de Janeiro. O casal que se conheceu em um show do cantor, em 2012, está junto desde dezembro do ano passado, quando se reconciliaram após cinco meses separados. O sertanejo ganhou dois troféus – Melhor Cantor e Melhor Clipe, por “Acordando o Prédio”. Para a premiação, Luan apostou em look despojado, com rasgo na calça na altura do joelho.
No final do mês passado, o intérprete de “Meteoro da Paixão” se despediu dos cabelos mais longos durante gravação para o “Caldeirão do Huck”. “É cabelinho… Chegou sua hora meu companheiro… Agora você vai alegrar a quem realmente precisa”, disse o cantor. Ao Purepeople, sua assessoria explicou que o cabelo do artista foi doado para uma instituição beneficente.
Entre idas e vindas, os jovens estão juntos há cinco anos – a primeira separação aconteceu no final de 2013, mas a reconciliação viria em outubro de 2015. Recentemente, Luan explicou porque Jade não dá entrevistas. “Ela é vergonhosa”, disse. Na mesma ocasião, o sertanejo contou como gosta de dormir. “Eu durmo sem cueca”, disparou. Semanas antes, abriu o jogo sobre sua intimidade e lembrou já ter feito sexo dentro de um carro. “Já fiz. Todo mundo tem que fazer uma vez na vida. É meio ruim, né? Meio desajeitado… você deita o banco e aí..”, aconselhou ele, que contou ainda como fez sexo pela primeira vez. “Na escada do meu prédio. Foi minha primeira vez, eu perdi a virgindade na escada do prédio”, disse o músico, que planeja oficializar a união. “Eu penso em casar, pode parecer retrógrado, mas acho que todo ser humano nasceu pra formar uma família”, opinou.
O sertanejo caiu de uma grua ao se apresentar na cidade de Picos, no Piauí. Após o incidente, Luan tranquilizou os fãs, usando o bom humor. “Obrigado pelas inúmeras mensagens de positividade. (…). Não foi nada grave… A queda foi feia, mas a bunda amorteceu”, brincou.
Gerais / Por Redação
/ 23 de outubro de 2017 27 de outubro de 2017
Os confrontos entre policia e traficantes, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, deixa mais uma vítima. Dessa vez, uma turista espanhola. Veja a Matéria do portal Jornal de Notícias.
Uma turista espanhola morreu, esta segunda-feira, depois de ter sido baleada pela Polícia Militar na maior favela do estado brasileiro do Rio de Janeiro, a Rocinha.
A Polícia Militar esclareceu, numa nota de imprensa enviada à Lusa, que o incidente aconteceu quando o motorista do carro onde a turista viajava se recusou a parar numa barreira policial.
“Por volta das 10.30 horas, um veículo Fiat Fremont rompeu o bloqueio policial no Largo do Boiadeiro (na Rocinha). Houve reação da guarnição, atingindo o veículo”, informaram as autoridades policiais.
“Durante a abordagem, verificou-se que se tratava de um veículo para transporte de turistas. Uma mulher espanhola ferida foi socorrida no Hospital Miguel Couto, mas não resistiu”, completaram.
A vítima foi identificada como Maria Esperanza Ruiz Jimenez, de 67 anos.
Além do incidente com a turista espanhola, a Rocinha voltou a registar novos confrontos entre policiais e traficantes. Segundo a polícia militar, agentes entraram em confronto com civis em duas zonas da Rocinha.
O Rio de Janeiro vive uma nova onda de violência, que já levou à mobilização das autoridades locais e federais para conter a ação de traficantes nas favelas da cidade.
Face à incapacidade da polícia local para controlar a situação, o Governo federal enviou em agosto 8500 militares para ajudar a impedir os conflitos entre traficantes que disputam o controlo das favelas e o mercado de venda de drogas no Rio de Janeiro.