As principais notícias sobre Crimes no Brasil você encontra aqui no De Mão em Mão. Compartilhe com seus amigos, eles também tem necessidade de informação.
Crimes / Por Redação
/ 31 de agosto de 2023 31 de agosto de 2023
Se você viu comentários sobre brinquedos sexuais e acha que já sabe de tudo e que está pronto para comprar um, pode ser que você esteja equivocado.
Você não pode comprar brinquedos sexuais depois de ler apenas alguns comentários ou conhecer histórias convincentes. O fato é que existem muitos outros fatores a serem considerados.
Pessoas que ainda não exploraram muito no quarto podem pensar que é errado usar brinquedos sexuais.
A ideia de sugerir o uso de um brinquedo adulto ao seu parceiro pode ser assustadora. Você pode achar que talvez eles se sintam inadequados, como se a introdução de um brinquedo fosse uma afronta ao desempenho de seu parceiro. No entanto, isso está longe de ser verdade.
A ideia é adicionar variedade à sua vida sexual. Mesmo as pessoas com uma ótima vida sexual admitem que, sem variedade, ela acaba se tornando monótona.
Para facilitar o processo introdutório, tente iniciar uma conversa sobre brinquedos sexuais.
Você pode dizer algo como “Uma amiga minha experimentou um vibrador com seu parceiro e foi incrível”.
Avalie a reação de seu parceiro para determinar se você pode sugerir que faça o mesmo.
Se ele não ficar ofendido ou desanimado, sugira que comprem brinquedos sexuais juntos. Desta forma, cada parceiro tem a oportunidade de escolher algo de que goste.
O sexo tem sido visto como algo que duas pessoas agem para satisfazer uma à outra. Não importa o quão bom seja, é impossível satisfazer seu parceiro em todos os sentidos.
Afinal, estudos provaram que uma vida sexual monótona é o principal fator para a traição.
O que experimentar
Nunca concorde com o equívoco de que os brinquedos para adultos são apenas para uso individual. Outro equívoco é que os brinquedos sexuais são para pessoas com certas preferências de penetração.
Quando você compra brinquedos sexuais de alta qualidade, recomendamos buscar por produtos de qualidade, feitos de silicone e pensados na praticidade e conforto do seu prazer.
Na Boutique Luxuria, você tem acesso a diversos tipos de brinquedos sexuais e outros acessórios, desde vibradores até brinquedos de sucção e muitos outros.
Nós temos de tudo, desde o nível iniciante ao especialista. Lojas como a Boutique Luxuria atendem a tudo que você pode imaginar.
Você pode escolher qualquer coisa, desde simples vibradores e plugs anais até masturbadores masculinos.
Escolha a loja e os brinquedos sexuais com sabedoria
Não compre brinquedos sexuais e espere que ele faça tudo sozinho. Este pode ser o maior erro que você pode cometer.
Você está pensando como é possível distinguir um brinquedo adulto bom de um ruim se estiver fazendo compras online? Não se preocupe, nós ajudamos você.
Comece evitando materiais baratos como o PVC. Se for comprar online, confira na descrição se o brinquedo é feito de silicone ou PVC.
Outra dica é não comprar brinquedos sexuais de material poroso, o que significa que se degrada com o tempo.
Isso significa que ele servirá apenas por um curto período. Brinquedos sexuais de alta qualidade são feitos de silicone. Para garantir a segurança, compre em lojas de brinquedos para adultos de renome, como a Boutique Luxuria.
Outra coisa a lembrar na hora de comprar brinquedos sexuais é a limpeza e manutenção.
Lave bem os seus brinquedos, quer esteja sozinho ou com um, ou mais parceiros. A longo prazo, você evita o risco de infecções do trato urinário e outras infecções de pele.
Nunca molhe vibradores, a não ser que ele seja a prova d’água. Limpe-os com uma toalha limpa e água morna com sabão. Não se esqueça de remover as baterias antes de começar a limpar.
Conheça as opções de vibrador
A maioria das pessoas pode não saber que há uma infinidade de opções de vibradores por aí.
Você pode não gostar de vibradores tipo bullet porque não gosta de penetração. Por outro lado, você pode descobrir que esses vibradores podem ser bem prazerosos, além de serem discretos e perfeitos para levar na bolsa.
Amplie seus horizontes fazendo compras. As opções disponíveis na seção de vibradores são incríveis.
Alguns são pequenos o suficiente para caber em uma bolsa. Não se deixe enganar pelo tamanho. Eles fazem um trabalho incrível e muito mais. Você também pode optar por vibradores língua, que emulam o sexo oral e proporcionam um novo tipo de prazer.
Os brinquedos sexuais podem parecer assustadores no início. É por isso que existem extras, como lubrificantes.
Os lubrificantes são projetados para facilitar a penetração de brinquedos adultos. Eles estão disponíveis à base de óleo ou água.
Lubrificantes à base de óleo parecem uma ótima opção. No entanto, certifique-se de nunca usá-los com preservativos. Isso significa que se você usar seu brinquedo e depois fizer sexo, não use lubrificantes à base de óleo.
O óleo de silicone é uma ótima opção para quem planeja usar camisinha após uma sessão de brinquedos sexuais.
No entanto, eles não devem ser usado com brinquedos sexuais de silicone. Para garantir a segurança, use lubrificantes à base de água.
Conclusão
As informações acima são tudo que você precisa saber antes de comprar brinquedos sexuais.
Lembre-se de pedir ajuda se não tiver certeza de como funciona um brinquedo sexual específico. Nunca use esses brinquedos para fins para os quais não foram projetados. Isso é tudo, agora vá e divirta-se!
A Boutique Luxúria Sex shop possui uma grande variedade de brinquedos e outros acessórios sexuais perfeitos para o seu prazer!
Crimes / Por Redação
/ 10 de junho de 2019 10 de junho de 2019
Nessa sexta feira (07/06/19) um prédio na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, n° 327, no Centro de Niterói, foi desapropriado. Os moradores do Edifício estão sendo obrigados a deixar o local por conta das condições precárias de segurança e habitação. A Justiça determinou após o pedido da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania do Núcleo Niterói/Maricá do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ).
O Ministério Público investiga o edifício desde 2010. Em 2013, foi determinado uma ação publica para vistoriar o prédio, visando proteger a coletividade de riscos, além de realizar a manutenção de fiscalização contínua, para que não apareçam novas irregularidades.
De acordo com Luciano Mattos, Promotor de Justiça, após seis anos do ajuizamento da ação pública, o edifício que contem 11 andares e 394 apartamentos, está em situação gravíssima de risco, visto que as condições de instalações estão péssimas e não tem serviço de água e luz desde março, que foi cortado por conta de risco de incêndio.
Diante desses fatos, foi decretado pela Justiça a interdição do prédio e a desocupação voluntária até o dia 25. Como o prédio ainda não teve desocupação integral, foi determinado pela Justiça que o mesmo fosse esvaziado. Os oficiais de justiça têm apoio de Polícia Militar, bombeiros, Polícia Civil e diversos órgãos municipais, dentre eles a Guarda Municipal e assistência social, além das concessionárias de serviços públicos.
De acordo com o presidente do Conselho de Segurança de Niterói, Leandro Santiago de Barros, o Edifício Nossa Senhora da Conceição já teve um período em que foi comandado por uma milícia:
— Há sete anos, foi feita uma operação com 500 policiais que conseguiu desarticular a milícia que comandava o local. Depois disso o prédio começou a ficar abandonado.
Leandro disse que a violência também esteve presente no edifício nos últimos anos.
— Um ex-síndico chegou a ser preso por matar a mulher no prédio. Outros também tiveram problemas. E a partir daí a situação só piorou — disse ele.
Os moradores do Edifício Nossa Senhora da Conceição dizem que a decisão é arbitrária e que não leva em consideração a situação das famílias que vivem no prédio.
A atual síndica do prédio, Lorena Borges Gaia, de 28 anos, eleita em maio deste ano, disse que, se determinadas medidas forem tomadas, não será necessária a desocupação do edifício:
— Realmente o prédio está com o sistema elétrico precário e outros problemas. Mas para resolver isso é necessário apenas uma boa administração, que tenha vontade de trabalhar, porque as administrações anteriores do prédio eram corruptas, tem até um ex-síndico preso. Esses problemas são coisa sanáveis que eu me proponho a fazer.
Ainda segundo Lorena, o Conselho Regional de Engenharia (Crea) emitirá um laudo novo que possibilitará que uma reforma seja feita no prédio pela administração do próprio condomínio.
— Nós conseguimos resolver isso. É muito desumano o que estão fazendo com a gente. As pessoas não têm para onde ir. A maioria delas não conseguiu o aluguel social dado pela prefeitura. Muitas famílias ainda nem conseguiram solicitar esse benefício. Dos que conseguiram, muitos fizeram por meio de fraude, porque nem moram mais no edifício — contou a síndica.
Lorena disse ainda que nenhuma garantia de abrigo foi dada os moradores do edifício.
— Se saírmos daqui hoje, não temos para onde ir.
Segundo outra moradora do prédio, a aposentada Teresa Cristina Alves de Souza, de 65 anos, desde que cortaram a luz e a água do edifício, em março deste ano, os moradores estão vivendo momentos horríveis:
— Eu vim para cá porque a minha mãe comprou esse apartamento na planta. É uma herança. Sempre paguei todas as taxas. Mas agora estamos vivendo no maior sufoco. Quem tem uma condição financeira melhor compra água mineral. Outros nem banho conseguem tomar. É uma situação horrível.
Um dos moradores do prédio, que preferiu não se identificar, acusa a prefeitura de dar o aluguel social para pessoas que nem moram mais no prédio.
— O nosso sentimento vendo essa desocupação é de revolta porque muitas pessoas que nem moram mais aqui estão recebendo o aluguel, inclusive assessores de vereadores e parentes da antiga síndica, que era envolvida com a milícia. Nós, para tentar nos receber algo, já que estamos no prédio sem pagar impostos, tivemos que comprar um recibo de pagamento de condomínio para dar entrada no aluguel social.
Crimes / Por Redação
/ 17 de abril de 2019 17 de abril de 2019
Levantamento do G1 é baseado nos dados do Tribunal de Justiça, com casos de feminicídio em em andamento na Justiça. Especialistas consideram dado ‘positivo’, 4 anos após lei que qualifica crime.
Em 80% dos casos de feminicídio no Rio de Janeiro em 2018, os autores estão presosG1 RJ–:–/–:–
Em 80% dos casos de feminicídio no Rio de Janeiro em 2018, os autores estão presos
Oito em cada dez réus por feminicídio cometidos no Grande Rio em 2018 estão presos. É o que mostra um levantamento exclusivo do G1, que inicia nesta quarta-feira (17) uma série de reportagens sobre o tema.
A pesquisa, baseada nos dados do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), identificou 47 ações penais com essa tipificação na Região Metropolitana – área de 21 municípios formada pela capital, Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá, as 13 cidades da Baixada Fluminense mais Tanguá, Cachoeiras de Macacu e Rio Bonito.
Dos 47 processos analisados, 38 acusados estão detidos com prisão preventiva decretada, um número que equivale a 80%. Entre os presos, um já foi condenado e outros oito têm julgamento marcado.
A pesquisa aponta ainda que quatro acusados respondem ao processo em liberdade (veja os dados abaixo) e cinco estão foragidos.
Um dos procurados é Paulo Fernando de Lima Júnior, acusado de matar a namorada Claudia Miotello da Silva, em agosto, em Queimados.
“Rezo todo dia pra que ele seja preso, pela dor que ele causou à minha mãe e a todos”, diz Lucas Miotello, filho da vítima.
O Observatório Judicial da Violência Contra a Mulher aponta que em todo o estado do Rio foram registrados 88 casos de feminicídio em 2018, entre eles estão casos do Sul e interior do RJ e também crimes de tentativa de feminicídio, que não foram analisados no levantamento feito pelo G1.
80% dos acusados de feminicídios cometidos na Região Metropolitana do RJ em 2018, com caso na Justiça, estão na cadeia — Foto: Igor Estrella/ Arte G1
Embora o número das prisões referentes aos crimes do ano passado não possa ser comparado aos anos anteriores – pois não existem levantamentos com esses dados – especialistas consideram “relevante e positivo” o fato de terem sido efetivadas 80% de detenções.
“É um dado relevante, de alguma forma, até positivo. A gente comemora o número de prisões, isso é importante porque o sistema de Justiça está ali dizendo: ‘É um crime grave, precisa haver efetividade e punição para esses agressores’. Mas, ao mesmo tempo, quando vemos esse número elevado, também discutimos em que tipo de sociedade a gente está vivendo, tão polarizada, onde a cultura do ódio, da dominação, ainda está tão presente”, opina a juíza Adriana Ramos de Mello, titular do 1° Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher.
“Infelizmente, a minha prima não volta mais. Não sei se eu fico contente só com a prisão dele, porque sabemos que as penas no Brasil são brandas e o Rafael [ex de Cristiane] é um monstro. Ficaria mais tranquila se ele ficasse preso eternamente. Ele cometeu um crime de tamanha crueldade que não dá pra comparar com mais nada no mundo. Sentimos muita falta da Cristiane. Peço às mulheres que se afastem ao menor sinal de abuso, seja físico ou verbal”, alerta a cantora Lanor, do grupo Donas, prima de Cristiane.
Vítimas de feminicídios cometidos em 2018 na Região Metropolitana do RJ — Foto: Reprodução/ Redes sociais
Qualificadora do homicídio
O feminicídio passou a ser uma qualificadora do crime de homicídio em 2015, com a lei federal 13104/2015. Desde então, instituições como a Justiça, o Ministério Público e as polícias Civil e Militar estão dando mais visibilidade aos casos. Entretanto, a juíza ressalta que o comportamento do sistema de Justiça e da sociedade em relação aos agressores passou a mudar há menos tempo.
“É importante que esses crimes tenham uma resposta efetiva porque é um crime que atinge toda a sociedade. O que mudou em relação à Justiça e à quantidade de prisões é que até antes da lei do feminicídio havia uma relativização em relação a esses crimes ou à gravidade desses crimes”, explica a magistrada.
A juíza ainda reforça que os agressores sempre achavam uma brecha para a soltura ou para terem suas penas atenuadas.
“Sempre se tentava, de alguma forma, patologizar esse agressor, ou colocando ele como uma pessoa doente ou sob efeito de álcool ou de drogas, ou ainda dizendo que ele não fez um mal à sociedade e, sim, especificamente a uma determinada mulher. Agora, com a lei, a gente observa uma mudança de paradigmas na sociedade e também no sistema de Justiça. É um crime grave. Essa pessoa precisa ser segregada da sociedade com a sua prisão”, justifica Adriana.
Cena de um crime de feminicídio que ocorreu na Zona Norte do Rio — Foto: Divulgação
Uma vítima a cada 7 dias
Apenas nos dois primeiros meses do ano, oito mulheres foram vítimas de feminicídio – sendo 5 delas assassinadas por conhecidos e 3 por atuais companheiros – e 63 sofreram tentativa de feminicídio. Os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), com casos registrados em todo o estado nos meses de janeiro e fevereiro de 2019, apontam que uma mulher foi vítima de feminicídio a cada 7 dias no RJ.
“Uma mulher morrer a cada 7 dias no Rio de Janeiro é um índice alto e alarmante. Ao mesmo tempo que esse índice nos assusta, ele tem o poder de mostrar que esse crime precisa ser investigado. Ninguém acorda num dia e resolve matar sua esposa ou ex-esposa. Na verdade, o feminicídio é a reta final de uma cadeia de vários crimes que aconteceram anteriormente”, comenta a deputada Martha Rocha, que preside a CPI do Feminicídio instaurada em fevereiro na Assembleia Legislativa do Rio de janeiro (Alerj).
“Hoje, com a visibilidade desse crime de ódio, que afeta mulheres de diferentes camadas sociais, o lado positivo disso é que as pessoas entenderam que esse crime tem que ter a efetividade da prisão, da punição e que a gente não pode tolerar a impunidade nos casos de feminicídios”, analisa Martha Rocha.
Novos protocolos para investigação
Entre as ações previstas pela CPI do Feminicídio estão visitas às delegacias de mulheres, aos centros de acolhimento às vítimas, e também a convocação de representantes da Polícia Civil e do Judiciário para entender por que há tantas falhas nas medidas protetivas.
A deputada ressalta ainda que a CPI tem como objetivo diagnosticar o problema e estabelecer estratégias de enfrentamento.
“Por conta do aumento de casos, nós entendemos a necessidade de se fazer uma CPI sobre o feminicídio, que pretende fazer um diagnóstico desse problema e depois estabelecer estratégias de enfrentamento para reduzir o número de casos e para garantir a punição dos autores desse crime. Ao final, a CPI vai oferecer um relatório com recomendações e protocolos pra que sejam acolhidos pelos poderes do estado, Justiça, Polícia, Ministério Público, pela Defensoria, até mesmo unidades de saúde, e todos esses atores que integram a rede de proteção à mulher”, explica a deputada.
O G1 foi às ruas perguntar para as pessoas questões sobre o crime de feminicídio — Foto: Reprodução/G1
O que é feminicídio?
O G1 foi às ruas perguntar para as pessoas questões sobre o crime. Algumas não sabiam do que se tratava, outras confundiam o feminicídio com agressão contra a mulher, e houve também questões sobre a necessidade de tipificar o crime.
Muitos dos entrevistados ouvidos consideraram que os feminicidas não são punidos e outros ainda acreditam que os casos aumentaram por conta do pensamento machista da sociedade.
A promotora Lúcia Iloizio, que coordenava o Centro de Apoio Operacional Violência Doméstica/ MPRJ, esclarece algumas dúvidas sobre o feminicídio e faz questão de reforçar, assim como afirmou a deputada Martha Rocha, que esse crime é a última etapa de um ciclo de violência contra a mulher, que resulta na morte dela.
“É possível que muitas pessoas ainda tenham dúvida sobre o que é feminicídio. Mas a gente não tem como falar de feminicídio sem falar antes sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher”, explica.
Há duas hipóteses de feminicídio, segundo a promotora:
decorrente de um contexto de violência doméstica contra a mulher;
quando o assassino menospreza ou tem ódio à condição de mulher.
“A grande maioria desses crimes acontece dentro das relações íntimas de afeto, praticado na maioria das vezes por parceiros ou ex-parceiros”, acrescenta Iloizio.
Alerta para ciúmes excessivo
“O feminicídio, normalmente, vai decorrer de um histórico de uma relação abusiva onde várias violências e violações do direito da mulher foram cometidos. O feminicídio vai ser apenas a parte final dessa violência, quando a mulher é morta. Fica aqui o nosso alerta para a questão do ciúme. Muitas relações abusivas têm início com a demonstração excessiva de ciúmes do parceiro. Ciúmes não é demonstração de amor, é a necessidade de controle, posse e domínio sobre a parceira e que, mutas vezes, vai resultar em uma situação de feminicídio.”
Por que os casos têm aumentado?
“Infelizmente, o aumento de casos é um fato, é o que temos observado. Isso se atribui ao menosprezo àquela parceira, à falta de respeito e ao machismo, que, muitas vezes, impõe ao homem o controle sobre aquela parceira ou ex-parceira. Ainda está no inconsciente da sociedade que o homem é o dominador da relação e, infelizmente, o feminicídio ocorre pela necessidade de controle daquela mulher, por ciúmes, insatisfação e outros motivos.”
Por que tipificar apenas as mortes de mulheres?
“As mulheres que são mortas num contexto de feminicídio são mortas numa situação muito diferente da que muitos homens são mortos. Os homens são mortos mais em contexto de violência urbana. Já a mulher, não. A mulher, geralmente, é morta por aquele que é mais próximo a ela. E mais: a brutalidade em que esses atos de violência são praticados, as marcas que são deixadas nos corpos das mulheres demonstram um ódio àquela condição. Elas ficam com rostos deformados, são mortas com muitas lesões no corpo. E outra: são mortas com qualquer objeto que aquele homem tenha à mão, desde arma de fogo até pedaço de madeira.”
Operação da polícia prende suspeitos de crime contra a mulher no RJ — Foto: Reprodução/Globo News
‘Angústia x alívio’
Em conversa com o G1, Gilvan Silva Ferreira, inspetor da Polícia Civil que atua em interrogatórios na Delegacia de Homicídios da Capital, avaliou o comportamento dos feminicidas.
“O sentimento deles é sempre o mesmo. Obsessão, possessividade, olham a mulher como um produto, um bem deles. Quando são interrogados, percebo que eles estão satisfeitos de terem cometido o crime. O exercício da destruição daquela mulher, que eles enxergam como um objeto, é um alívio para eles porque a angústia passa”, comenta Gilvan.
A maioria dos feminicidas, segundo o investigador, não sente arrependimento pelo que fez.
“Não existe arrependimento quando se quer se livrar de algo. É a angústia que ele sente ao ver aquela mulher no dia a dia e o alívio que sente ao matá-la. Nos casos de feminicídio, existe a objetificação da mulher. O homem não vê mais uma pessoa, ele vê um objeto. Não há mais humanização na relação porque aquela mulher foi ‘coisificada'” .
“Eles querem destruir aquele objeto que, na visão deles, é fonte de raiva, angústia, impotência. Depois que destrói o objeto, sente alívio. O feminicida fica cego, ele só vê algo que o afronta, que o desafia, que lhe causa dor. Dizem que não conseguem dormir, trabalhar, e que só se sente aliviado quando mata a mulher. A evidência da raiva, do ódio, é que muitas vezes os ataques são direcionados ao rosto, com muita crueldade”, acrescenta Gilvan.
Serviço
Para denunciar abusos e agressões contra mulheres, qualquer cidadão pode entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cidadão pelos telefones 2334-8823/ 2234-8835, ou pelo Disque Denúncia pelo telefone 2253-1177.
A pessoa também pode procurar a Delegacia de Atendimento à Mulher mais próxima e também pode pedir ajuda na Defensoria Pública ou pelo site do Ministério Público do Rio de Janeiro.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em breve, deve conhecer a sentença no caso do sítio de Atibaia, investigação da Operação Lava Jato.PUBLICIDADE
Na tarde desta terça-feira (8), os autos dos processos entraram em fase de conclusão. Não há prazo para que o magistrado responsável pelo caso dê a sentença.
Ao todo, são 13 acusados, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde 7 de abril, condenado em outra ação penal, a do triplex do Guarujá (SP). Emílio e Marcelo Odebrecht também estão sendo acusados.
De acordo com a acusação, a Odebrecht, a OAS e também a empreiteira Schahin, com o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula, gastaram R$ 1,02 milhão em obras de melhorias no sítio em troca de contratos com a Petrobras.
O imóvel foi comprado no final de 2010, quando Lula deixava a Presidência, e está registrado em nome de dois sócios dos filhos do ex-presidente, Fernando Bittar – filho do amigo e ex-prefeito petista de Campinas Jacó Bittar – e Jonas Suassuna.
Em suas alegações finais, os advogados constituídos pela defesa de Lula apontam que o ex-presidente foi perseguido por Sérgio Moro e pela juíza Gabriela Hardt, além de supostas nulidades do processo. Lula sempre negou que seja o proprietário do sítio.
“É dizer: Trocaram-se os personagens, permanece a postura inquisitória e autoritária em relação ao Defendente, o qual segue sendo tratado e visto como um verdadeiro inimigo, cujas fala e manifestação devem ser, ao máximo, limitadas”, sustentam
Emílio Odebrecht cita Marisa Letícia
Nas alegações finais, Emílio Odebrecht afirma que a ex-primeira dama Marisa Letícia pediu obras na propriedade.
Já a defesa de Marcelo pediu a suspensão da ação penal contra ele em razão de seu acordo de delação premiada. Segundo os advogados de defesa do empresário, o acordo firmado com a Procuradoria-Geral da República – e homologado pelo Supremo Tribunal Federal – estabeleceu que, após superada a pena de 30 anos, o Ministério Público Federal proporia a suspensão das ações penais contra Marcelo.
Ele já está condenado a mais de 30 anos em outros processos da Operação Lava Jato. Marcelo Odebrecht ficou preso em regime fechado durante dois anos e meio, entre junho de 2015 e dezembro de 2017. Agora, está em regime domiciliar.
O empresário também pediu a concessão de benefícios adicionais, como a redução do tempo de cumprimento de pena em regime semiaberto e aberto ou, ainda, que seja substituído o tempo restante de cumprimento de pena privativa de liberdade por penas restritivas de direitos.
Nas alegações finais, Marcelo Odebrecht sustentou que e-mails e depoimentos demonstram que ele não tinha relação direta com Luiz Inácio Lula da Silva e que não houve, por parte dele, nenhuma promessa de vantagem indevida para o ex-presidente em relação aos gastos com as obras do sítio de Atibaia.
Ainda segundo o empresário, sua relação com Lula sempre se deu por meio do ex-ministro Antonio Palocci e sob orientação de seu pai, Emílio Odebrecht, a quem, segundo ele, sempre coube a responsabilidade pelas tratativas com o ex-presidente.
Marcelo também afirmou nas alegações finais que acertou com Palocci um débito de R$ 15 milhões na Planilha Italiano para “acertos diversos” entre Emílio e Lula, mas que os mesmos não foram explicitados. Segundo ele, o débito poderia estar relacionado à “apoios financeiros” diversos, inclusive referentes à reforma do sítio de Atibaia.
Segurança capataz
Rogério Aurélio Pimentel, ex-segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nas alegações finais, voltou a citar o recebimento de envelopes de dinheiro da Odebrecht e disse que foi “capataz” das obras feitas por empreiteiras no imóvel. O assessor afirmou que apenas cumpriu ordens da ex-primeira-dama Marisa Letícia e que não agiu fora das atribuições de seu cargo. Pimentel pediu à juíza federal Gabriela Hardt absolvição.
Segundo a força-tarefa da Operação Lava Jato, Pimentel teria ajudado a ocultar as supostas vantagens indevidas da OAS, Odebrecht e Schahin, quando tocou as reformas no sítio. Em alegações finais, ele afirma que “não participou da ocultação de patrimônio ou valor algum, apenas foi-lhe determinado funcionar como ‘capataz’ na reforma do famigerado sítio, ou seja, ver o andamento da obra e informar à Primeira-dama”.
Crimes / Por Redação
/ 9 de janeiro de 2019 9 de janeiro de 2019
O médium João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus, virou réu nesta quarta-feira (9) pelos crimes de estupro de vulnerável e violação sexual. A juíza Rosângela Rodrigues dos Santos, da comarca de Abadiânia do TJ-GO (Tribunal de Justiça de Goiás), aceitou a denúncia oferecida em dezembro pelo MP (Ministério Público) de Goiás. O teor da decisão da magistrada não foi divulgado porque o processo está sob sigilo. Essa é primeira denúncia oferecida pela força-tarefa do MP-GO (Ministério Público de Goiás) contra o médium e se refere a quatro crimes sexuais investigados pelos promotores e pela Polícia Civil. Nela, estão presentes, de acordo com o MP, depoimentos de outras 15 vítimas do réu.
Com o recebimento da denúncia pelo Judiciário, o médium deixa de ser investigado e passa a ser réu. Em nota, o promotor Luciano Miranda, que integra a força-tarefa, informou que agora tem início a fase de defesa preliminar, seguida pela instrução processual, a qual envolve a oitiva de testemunhas, de vítimas e um novo interrogatório. Ao final dessa fase, é proferida a sentença.
Em outra ação, de natureza cível, também a pedido do MP goiano, a mesma juíza procedeu o bloqueio de bens do réu no valor de R$ 50 milhões, entre valores em contas bancárias e em imóveis. O bloqueio já havia sido acatado em dezembro; agora, se trata do cumprimento dele. Para a Promotoria, a medida visa a garantir ressarcimento de possíveis danos morais coletivos e danos individuais sofridos pelas vítimas, em caso de posterior condenação do réu.
Em nota ao UOL, o advogado Alberto Toron, que defende o médium, disse que ainda não foi notificado da decisão, mas de que a defesa e o cliente estão serenos e confiantes na Justiça.”De qualquer modo, é importante esclarecer que se trata de uma decisão provisória, sujeita à confirmação após a apresentação da resposta à acusação”, pontuou Toron. João de Deus está preso preventivamente desde o dia 16 de dezembro em Goiânia e nega as acusações. Segundo o TJ-GO, o caso em que o médium virou réu envolve quatro vítimas. Ele responde pelos crimes de violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável.
O MP acusou o médium por dois casos de violação sexual mediante fraude e por outros dois por estupro de vulnerável. Todos os casos datam de 2018, sendo o mais recente de outubro deste ano.
Em depoimento à Promotoria, João de Deus disse não se lembrar das mulheres que o acusam. Ele também negou ter cometido qualquer crime em seus atendimentos espirituais.
Em dezembro, operações da Polícia Civil apreenderam armas e dinheiros em endereços ligados ao médium. Desde que as primeiras denúncias vieram à tona, a promotoria montou uma força-tarefa junto à Polícia Civil para apurar as denúncias dos abusos cometidos pelo médium e recebeu ao menos 500 acusações de mulheres contra João de Deus.
O governador Wilson Witzel voltou a defender, na manhã desta segunda-feira, o abate de criminosos que portam fuzis em favelas. Em seu discurso durante a solenidade de posse do novo defensor público-geral do estado, Rodrigo Baptista Pacheco, na sede da Defensoria Pública, no Centro, disse que traficantes de drogas não têm piedade e, se estiverem portando fuzis, merecem ser abatidos.
– Se um bandido é visto com um fuzil num shopping do Leblon, certamente ele será abatido. Se for em uma comunidade carente, também será. Não podemos tolerar essa violência toda que está aí – disse o governador, diante de uma plateia que lotou o auditório da Defensoria Pública e ao lado do novo defensor-geral.
Witzel também sugeriu à presidência do Tribunal de Justiça a criação de uma vara específica para cuidar do crime organizado.
– O crime organizado está cada vez mais ativo. Fica aí a minha sugestão para o Tribunal de Justiça.
O novo defensor público-geral, Rodrigo Pacheco, não polemizou com o governador. Indagado sobre o que acha da ideia de abate de criminosos portando fuzis, ele disse que é preciso estudar caso a caso:
– Cada caso deve ser analisado minuciosamente. É preciso primeiro entender o que ele quer dizer com abater. O que significa abate? – ponderou. Em entrevista ao EXTRA publicada nesta segunda-feira,Pacheco disse a Constituição será a baliza da atuação da Defensoria com relação ao tema:
– Temos um parâmetro previsto no Código Penal, a legítima defesa, que dá as balizas para atuação dos agentes de segurança e de qualquer cidadão. Você pode repelir uma agressão se usar os meios necessários de forma moderada. Enquanto não houver alteração (na lei), a baliza é essa. O que temos que saber é se isso vai se transportar para um debate legislativo que vá ampliar o conceito de legítima defesa. Se houver esse debate, a Defensoria Pública vai se posicionar levando a baliza da Constituição, que é a proibição da pena de morte – afirmou na entrevista.
Mutirão no sistema penitenciário
Em seu discurso na solenidade, o governador disse ainda que é preciso um mutirão para analisar os casos de 20 mil presos provisórios no sistema penitenciário.
– Temos pouco mais de 50 mil presos. Desses, 20 mil são provisórios. Sei que, quando se fala em mutirão, as pessoas pensam em “mentirão”. Mas é preciso rever os casos. E tratar dos presos de forma que eles possam se reintegrar à sociedade – afirmou Witzel.
Participaram da cerimônia o ex-defensor-geral André Machado; o subprocurador geral de Justiça, Marfan Vieira; o presidente do Tribunal de Justiça do estado, Milton Fernandes de Souza; o presidente em exercício da Assembleia Legislativa do estado, André Ceciliano (PT) e de representantes de instituições ligadas à Defensoria Pública.
Crimes / Por Redação
/ 20 de setembro de 2018 20 de setembro de 2018
Polícia Civil apreende maior arma já encontrada no RJ
Armamento estava sendo negociado por traficantes. Duas pessoas foram presas na Barra da Tijuca.
Metralhadora apreendida pela Polícia Civil no Rio de Janeiro — Foto: Divulgação/ Polícia Civil
Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) apreenderam na quarta-feira (19), na Barra da Tijuca, uma metralhadora Browning ponto 50. Essa é a maior arma já apreendida no Estado do Rio e estava sendo negociada por traficantes. Duas pessoas foram presas no local.
A arma mede 1,68 metro de comprimento e pesa 38 quilos e tem a capacidade de disparar de 400 a 600 tiros por minuto.
Metralhadora possui 1,68 metro de comprimento e pesa 38 quilos — Foto: Divulgação/ Polícia Civil
Munição da metralhadora apreendida pela Polícia Civil no Rio de Janeiro — Foto: Divulgação/ Polícia Civil
Metralhadora apreendida no Rio de Janeiro mede 1,68 metro de comprimento — Foto: Divulgação/ Polícia Civil
Crimes / Por Redação
/ 20 de junho de 2018 20 de junho de 2018
Vídeo mostra ciclista e amante a caminho de hotel onde mulher foi morta, em Goiânia
Segundo a delegada, gravação indica que ela não tinha intenção de passar a noite no local pois não levava bagagem. Homem morreu atropelado na BR-153 no dia seguinte.
Por Vanessa Martins, G1 GO
Vídeo mostra ciclista e amante a caminho de hotel onde mulher foi morta, em Goiânia
Imagens de câmeras de segurança de comércios mostraram o ciclista Marcos Lima dos Santos, de 38 anos, suspeito de matar a namorada, Geane Silva de Oliveira, de 32 anos, a caminho de um hotel de Goiânia (assista acima), onde o corpo dela foi achado no domingo (17). O homem morreu atropelado na BR-153 após sair do hotel. A delegada responsável pelo caso, Magda D’Ávila, disse que a gravação indica que a mulher não pretendia passar a noite no local, pois não levava bagagem.
“Nessas imagens a gente percebe que ela não está com mochila, então não foi para dormir. Olhando o celular dela, a gente verificou que ela deixou a filha dela com uma amiga enquanto saía com ele. Ás 18h essa amiga mandou um áudio falando que a filha queria ir embora, então com certeza ficou acertado dela voltar lá no sábado ainda para buscar a filha”, explicou.
Marcos Lima dos Santos e Geane Silva de Oliveira a caminho de hotel onde ela foi encontrada morta (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Segundo a Polícia Civil, a mulher tinha um relacionamento extraconjugal com Marcos e eles estavam juntos no hotel. Ao sair, o ciclista disse à recepcionista que a “namorada estava cansada e que ficaria dormindo até o final da diária”, hora em que foi encontrada pelos funcionários. Um vídeo mostra quando Marcos deixa o local.
“Desculpas, Sônia, por tudo que eu fiz, mas nós estávamos em relacionamento já tinha um ano e estava muito complicado. Nós dois tivemos um desentendimento, uma briga muito feia e acabou nisso, me perdoe”, escreveu.
Suspeito de matar Geane Silva de Oliveira, Marcos Lima dos Santos deixa carta no local do crime (Foto: Polícia Civil/ Divulgação)
Investigação
A delegada Magda afirma que a carta e a mensagem apontam que Marcos é o autor do crime. “Não tenho dúvida que se trata de um feminicídio. Ela mantinha um relacionamento há um ano com ele, extraconjugal, e outros fatos que confirmam são a carta e o recado na parede. Certamente, ela tentou terminar o relacionamento com ele no hotel, e ele não aceitou”, disse ao G1.
A investigadora apurou que a vítima foi morta com uma faca ou outro instrumento parecido. Segundo ela, a mulher teve dois cortes no pescoço, dois no rosto e um no braço.
“Tudo indica que o autor premeditou o homicídio porque foi localizado no quarto veneno de rato. Há indícios de que ele também furtou e descartou o cadastro deles do hotel, então a gente acredita que ele também premeditou uma fuga”, avaliou.
Os peritos coletaram material biológico dos corpos da mulher e do homem para saber se algum deles consumiu o veneno.
Geane Silva de Oliveira é encontrada morta em quarto de hotel; Marcos Lima dos Santos é suspeito (Foto: Facebook/ Reprodução)
A delegada começou a ouvir testemunhas na manhã desta terça-feira (19). “O dono do hotel disse que ele chegou no sábado as 10h, reservou o hotel, ficou ali na recepção meio atordoado, saiu e voltou com ela, disse que ela estava normal, ou seja, chegou no hotel por livre e espontânea vontade”, contou Magda.
A polícia suspeita que Marcos pode ter cometido o crime na noite de sábado. Também conforme depoimento informal do dono do hotel à delegada, ao levar uma comida no quarto do casal na noite de sábado ele viu, pela fresta da porta, que a vítima estava deitada e coberta com o lençol, na mesma posição em que o corpo foi achado no dia seguinte.
Acidente
Já a delegada Nilda Andrade, titular da Delegacia Estadual de Investigação de Crimes de Trânsito (Dict), está responsável por investigar a morte de Marcos, na manhã de domingo, após sair do hotel. Segundo a investigadora, o ciclista seguia pela contramão da BR-153, mudou bruscamente de pista e foi atingido por um caminhoneiro.
Nilda apura se o homem se jogou na frente do veículo. O motorista do caminhão, que não se feriu no acidente, prestou depoimento nesta segunda-feira (18) e disse que tentou desviar, mas não houve tempo hábil.
Crimes / Por Redação
/ 23 de outubro de 2017 27 de outubro de 2017
Sobre o ataque que ocorreu na semana passada em Goiás, onde um adolescente pegou a arma do pai e atirou contra colegas de sala de aula, uma vítima foi liberada do hospital, se trata de Hyago Marques. Leia a matéria completa:
Segundo a assessoria do hospital público, o estado de saúde da adolescente é regular. Ela está consciente, respira sem ajuda de aparelhos e continuará recebendo tratamento em um leito na enfermaria do hospital.
Outra vítima do ataque que permanece internada no Hugo é Isadora de Morais, de 14 anos. A menina levou três tiros e teve os dois pulmões perfurados. Embora, inicialmente, seu estado tenha sido considerado gravíssimo, com os médicos temendo o comprometimento da coluna vertebral, a assessoria do hospital informou hoje que a condição da adolescente está melhorando e que ela já respira sem a ajuda de aparelhos, embora continue internada na UTI.
A terceira vítima, Lara Fleury Borges, está internada no Hospital de Acidentados Clínica Santa Isabel. Ela foi atingida por um tiro no punho. A pedido da família, o hospital não forneceu mais detalhes sobre seu estado.
Na manhã deste domingo (22), um dos sobreviventes do ataque ao Colégio Goyases, Hyago Marques, de 13 anos, recebeu alta e deixou o Hugo. O jovem já está em casa, onde se recupera do tiro que o atingiu nas costas.
Dois estudantes foram mortos: João Vitor Gomes e João Pedro Calembo, ambos de 13 anos.