Marketing Digital

noticias marketing digital 2019

Notícias sobre: MARKETING DIGITAL 2019 

Notícias sobre: MARKETING DIGITAL 2019

Confira as notícias sobre novas tendências surgem a cada ano e em 2019 são inúmeras as mudanças que podemos passar em apenas uma década. Acompanhar o que há de novo e melhor no mercado nem sempre é fácil, é necessário gastar um tempo nisso. Ter uma agência de marketing digital como aliada adianta todo esse processo. As agências de marketing digital ficam de olho no seu público e analisam as experiências dele com seu conteúdo otimizando e escolhendo as melhores ferramentas de compartilhamento de dados com o usuário.

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Notícias: Confira algumas tendências para 2019:

Otimzação de Site: SEO (Otimização de sites)

Tudo começa na criação de site, caso não tenha corra!

Existe um enorme interesse nas estratégias de otimização de sites “SEO” para o ano de 2019. Ela já é uma estratégia bastante utilizada e empresas de médio e grande porte estão analisando mais a utilização desse meio de comunicação em seus sites. Além disso, pesquisas por voz estão se tornando cada vez mais comuns entre os variados públicos. Agora será preciso além de boa estratégia de SEO, utilizar nos desenvolvimentos de sites, criatividade para ter conteúdo de qualidade com informação relevante ao público de modo que responda a fala do usuário.

2. Anúncio e criatividade caminhando lado a lado
Bloqueadores de anúncios e o padrão dos formatos em certos pontos das páginas têm feito os usuários ignorarem a presença de anúncios. Nesse tempo é mais do que necessário usar da criatividade em fazer anúncios. Os logos precisam ser mais atrativos aos olhos dos clientes ou possíveis clientes.

Na criação de logomarca e de todo o conceito para anúncios precisa-se pensar em ser menos irritante e agregar valor ao usuário, lembrando que eles precisam ser nativos, ou seja, estar no conteúdo da página. As marcas serem mais autênticas e mais interativas conseguindo dialogar com os clientes.

3. Marketing de Vídeo

Está comprovado. Nas redes sociais o que atrai mais a atenção dos usuários são os vídeos em primeiro lugar, seguido de fotos.
Ou seja, há uma crescente demanda nessa área com a expectativa de atender melhor seu público.
Para ele, é melhor assistir um vídeo a ler um texto inteiro com alguma informação. Pense em criar vídeos para suas redes sociais, invista na criação de vídeos para YouTube, Facebook, Instagram. Crie um canal e alimente-o com informações úteis e rápidas aos seus clientes. Abuse da originalidade, interatividade, lives em eventos. Seja dinâmico. Chame a atenção do usuário e prenda-o ao seu conteúdo.

Algumas empresas hoje trabalham com filmagem de casamento estão usando essa linguagem, divulgando sua filmagem de casamento. Divulgando também drone para casamento.

4. Marketing para Consultoria

Comunicação e consultoria em marketing digital têm se tornado uma coisa só. Os canais e mídias digitais estão cada vez mais complexos o que aumenta o número de consultorias. Tenha uma agência de marketing ao seu lado. Gestão redes sociais , planejamento de marketing digital, criação de logomarca, planos para  gestão de redes sociais, produção de vídeos. Inúmeras funções que ela pode desempenhar ao seu lado aumentando sua comunicação com seus clientes. Não dá mais para trabalhar sozinho e tentar se comunicar com usuários sem entender as ações e reações deles na web. Não podemos mandar sinal de fumaça enquanto eles fazem pesquisas por voz. Novas tendências exigem consultores para dar ideias e planejar o melhor modo de atender e chegar ao público. Contrate uma agência de marketing.

5. Busca Orgânica e Links Patrocinados

Sim, eles trabalham juntos. A criação de sites também desempenha ótimas estratégias de SEO para ter uma boa posição no sistema de rankeamento das páginas de resultados do Google. É fundamental! Mas, pode-se ir além também. Trabalhar com Mídia Paga estrategicamente garante um retorno melhor à sua empresa. Busca orgânica e o uso de links patrocinados como anunciar no google , são complementares. O mesmo vale para a gestão de mídias sociais . Patrocinar estrategicamente suas publicações pode atender um público que nunca tinha visto sua empresa antes e despertar neles a curiosidade, torná-los possíveis clientes ou mesmo clientes fiéis.

O ano de 2019 vem com grandes tendências e aprimoramentos de técnicas já utilizadas. Não fique para trás. Acompanhe com a gente e não se esqueça: possuir uma agência como braço apoiador do seu negócio, ligando você ao seu público, é extremamente fundamental.

Somos DUNA, Agência de Marketing Digital.

Projetos:
Recibo online
Jornal de Mão Digital 
Para Casais 
Agência de Marketing Digital
Gestão de Redes Sociais

Fonte: DUNA DESIGN – Marketing digital Rio de janeiro RJ

Curso online e gratuito de marketing digital para rádio e TV

Curso online ensina marketing digital para rádio e TV

Promovido pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina (Sert/SC), “Marketing digital para Rádio e TV” é conduzido pelo jornalista Fernando Morgado. Curso online – e gratuito – está com inscrições abertas

O Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina (Sert/SC) apresenta novidade voltada à capacitação dos profissionais do setor. Em parceria com o Sebrae local, a entidade lançou em 19 de junho o curso de marketing digital para rádio e TV. Gratuito e 100% online, o conteúdo é apresentado pelo jornalista, escritor e professor universitário Fernando Morgado.

Divulgado pelos organizadores como “pioneiro no Brasil”, o curso de marketing digital para rádio e TV é dividido em seis módulos. Ao todo, o materiais expostos por Fernando Morgado totalizam uma hora de duração. Online, ele pode ser acompanhado pelos interessados de qualquer hora e lugar – inclusive por meio de dispositivos móveis. De acordo com divulgação à imprensa, há dois objetivos centrais com o projeto. Engajar os profissionais do meio da comunicação é um deles. O outro é “engajar as emissoras e gerar novos olhares para o marketing”.

O público-alvo do curso é quem deseja ingressar no mercado de rádio e TV. O conteúdo elaborado também é voltado para quem, mesmo dentro do mercado de trabalho, planeja se atualizar, aperfeiçoando suas habilidades de marketing e evoluindo no quesito gestão do negócio. Dentro dos seis módulos, a aula virtual aborda tópicos que são comuns na rotina de uma empresa de comunicação. Entre os destaques estão:

  • Engajamento de funcionários;
  • Geração de novas ideias;
  • Posicionamento;
  • Concorrência;
  • Marca;
  • Pesquisa;
  • Relacionamento com ouvintes, telespectadores e anunciantes.

“O aluno aprende ferramentas importantes para lidar com a concorrência, gerenciar a comunicação interna e externa de uma emissora e criar ações que gerem mais vendas e audiência”, reforça a equipe responsável por se propor a ensinar técnicas de marketing digital para profissionais que desejam trabalhar – ou já estão trabalhando – em emissoras de rádio e televisão.

Mais de 100 alunos

No ar há 15 dias, o curso online de marketing digital para rádio e TV já capacitou, conforme divulgado pelo Sert/SC, 118 pessoas. Presidente da entidade, Carlos Alberto Ross sinaliza que o projeto está no caminho certo. “O objetivo do Sert-SC com esta iniciativa é alavancar o crescimento de suas filiadas, desenvolvendo cada vez mais o mercado catarinense”.

Apesar do comentário do representante do sindicato, o conteúdo não é voltado somente a quem é ou pretende morar em Santa Catarina. São expostas técnias que valem para profissionais da comunicação espalhados Brasil afora. Todos os alunos, catarinenses ou não, ganham acesso às vídeo-aulas. Filiados ao Sert-SC contam, entretanto, com dois recursos adicionais: acesso à apostila e certificado especial.

Inscrições abertas

As inscrições para o curso online e gratuito de marketing digital para rádio e TV estão disponíveis no site do Sert/SC.

Tendências de webvídeo – comunicação em vídeo tem crescido de forma significativa

A comunicação em vídeo tem crescido de forma significativa, principalmente com a ajuda de algumas plataformas. O YouTube, Snapchat, Instagram e Facebook são os principais responsáveis pele crescimento e vem contribuído de forma determinante neste crescimento. Estima-se que em 2017, o vídeo representará aproximadamente 69% do tráfego da internet por consumidores. Porém, a utilização de serviços de vídeo online vai dobrar nesse período, atingindo mais de 80% de todos os usuários de internet no mundo. Por este motivo, os profissionais de marketing precisam estar atentos e atualizados com as novas tendências desse mercado para os próximos anos. É preciso inventar e reinventar de forma inovadora para conseguir espaço no mercado.

O YouTube tem tido um crescimento promissor desde o seu surgimento e se tornando um dos canais mais promissores. Para as empresas, virou o principal canal de branded content, sendo uma das formas mais efetivas de comunicação direta para que empresas possam se comunicar melhor com seus consumidores. Além disso, abre espaço para os novos youtubers, que buscam seu espaço.

Com o passar dos anos, o vídeo deixou de ser um complemento e passou a ser estratégico para a comunicação das marcas que desejam interagir com seu público. Além disso, muitas delas ainda pecam na estratégia de produção de conteúdos. Pensando nisso, listei abaixo as três principais tendências para o mercado de webvídeos para esse ano:

Maior investimento

Uma pesquisa realizada pela Interactive Advertising Bureau , de 300 grandes marcas, aponta que mais de 65% delas já estão deixando de investir na televisão e passando ainvestir somente em webvídeos. A tendência é de cada vez mais os vídeos sejam grandes apostas e pouco será falado sobre focar na publicidade na TV.

Marcas como produtoras de conteúdo

Para esse ano, a grande aposta para quem quer estar sempre na frente são as empresas especializadas em vídeos online, como produtora de vídeo e conteúdo. Atualmente, percebemos que as marcas não precisam mais da mídia para falar com seu público, elas já conseguem estabelecer um relacionamento e criar diálogos próprios e por isso, estão apostando também em seus conteúdos originais. Afinal, quem melhor do que uma universidade para falar de educação ou uma marca de cosméticos para falar de beleza, por exemplo. Cada empresa sabe muito bem sobre seu conteúdo e muitas vezes muito melhor que a mídia.

Foco em resultado

O branded por branded não faz mais tanto sentido como antes. As marcas precisam estar atentas nisso e também sobre o retorno do investimento. O mercado já oferece diversas ferramentas que podem auxiliar para não perder o foco, só que o mais importante é a empresa ter planejamento e análise de dados.

Por fim, vale reforçar que é preciso desenvolver materiais interativos, com conteúdos relevantes e, claro, que atendam as necessidades dos consumidores. Somente desta forma sua empresa estará pronta para competir de igual para igual com os gigantes do mercado.

* Greta Paz é fundadora da MPQuatro, a primeira startup do Brasil dedicada a estratégias no YouTube.

Fonte: Canaltech

10 tendências de vídeo marketing para 2017 e 2018

O YouTube está deixando de ser um lugar de vídeos caseiros amadores para se tornar uma plataforma de conteúdo rico e de qualidade.

A internet, obviamente, é um organismo vivo e altamente democrático. Empresas de todos os portes podem produzir conteúdos relevantes e atrair um público comprador mais qualificado.

A Cisco Systems prevê um grande crescimento de consumo de vídeo muito em breve. Mas como se beneficiar economicamente deste mercado? Qual ou quais são as tendências para produtora de vídeo marketing em 2017 e 2018?

Tendências de vídeo marketing para 2017

O YouTube está deixando de ser um lugar de vídeos caseiros amadores para se tornar uma plataforma de conteúdo rico e de qualidade.

A internet, obviamente, é um organismo vivo e altamente democrático. Empresas de todos os portes podem produzir conteúdos relevantes e atrair um público comprador mais qualificado.
A Cisco Systems prevê um grande crescimento de consumo de vídeo muito em breve. Mas como se beneficiar economicamente deste mercado? Qual ou quais são as tendências para produção de vídeo marketing em 2017 e 2018?

1- Canais menores e segmentados crescerão em relevância

Muitas marcas não têm condições de investir em YouTubers com milhões de acessos e inscritos em seus canais. A tendência é que as marcas menores busquem canais com menos inscritos, porém com um público alvo mais segmentado e específico.

Haverá uma forte tendência em 2017 e 2018 das marcas buscarem parcerias com canais menores, entretanto mais afinados com seu público alvo.

2- Aumento da quantidade de canais segmentados

Canais com conteúdos mais específicos possuem a grande vantagem de falar com um público mais qualificado.

Em 2017 veremos cada vez mais canais altamente especializados em um assunto ou tema em particular.

Isso facilita muito o trabalho das empresas e agências ao filtrar e escolher a melhor audiência para cada tipo de produto ou serviço que desejam anunciar, além de obter um ROI (Retorno Sobre o Investimento) melhor.

3- Marcas menores criarão mais conteúdos

Não somente pela disponibilidade de cada vez mais tecnologia a custos reduzidos, mas também pela popularização do conhecimento, as marcas menores pularão de cabeça na produção de conteúdo próprio em vídeo para a internet e principalmente na gestão de redes sociais.

Tutoriais, editorias, curiosidades, depoimentos, etc. Tudo poderá ser transformado em vídeo para educação e captação de novos clientes.

4- Influenciadores digitais seguirão crescendo

Não somente as grandes marcas, mas também as menores estão descobrindo o potencial dos “influencers“, que são pessoas que testam e recomendam produtos através de seus canais no YouTube.

5- Aumento de canais corporativos

As marcas já entenderam que precisam fazer parte deste grande universo onde estão seus potenciais clientes, mas ainda esbarram na dificuldade de produzir conteúdo atrativo e que seja legal de assistir.

O problema é que a maioria das marcas insistem em fazer propaganda de seus produtos ao invés de produzir conteúdo de qualidade focado na linguagem da internet.

Tem muita gente com cabeça de TV tentando fazer TV na internet. Isso não funciona. Internet é outra linguagem e outra abordagem, mesmo assim, em 2017 veremos mais empresas tentando criar seus próprios canais e conteúdos.

6- YouTubers explorarão outras mídias além do YouTube

Espere para ver mais livros, mais filmes e cada vez mais presença Off-line deles. Os YouTubers surgiram na internet, mas é natural que avancem para outros tipos de mídias e mercados.

7- Aumento no consumo de vídeos online

Há uma pesquisa da Cisco Systems, feita em 2015, que fala do tráfego de dados e do consumo de conteúdo na rede. A projeção é que até 2020, 82% do tráfego da internet virá através de vídeos.

Este é o melhor momento para se criar conteúdo em vídeo para canais corporativos e pessoais.

8- Aumento na qualidade técnica dos vídeos

Não há mais lugar para amadorismo. Foi-se a época de “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”. A produção de conteúdo para o YouTube está cada vez mais profissionalizada e a própria audiência vem exigindo isso.

O YouTube está deixando de ser um lugar de vídeos caseiros amadores para se tornar uma plataforma de conteúdo rico e de qualidade.

9- Vídeos em 360o e VR

Os vídeos em 360o e a VR (Realidade Virtual) vão seguir crescendo em 2017. Diferentemente dos vídeos em 3D e outras tecnologias que já estão de passagem, a Realidade Virtual chegou para ficar e teremos bons conteúdos pensados para esta tecnologia de imersão nos vídeos.

10- Produtores de conteúdo focarão cada vez mais no engajamento de seus fãs e seguidores

O número de views não será mais suficiente para análise dos vídeos e dos conteúdos. As marcas estão cientes de que precisam engajar sua audiência, fazer com que seus seguidores não apenas vejam seus vídeos, mas interajam com eles, absorvam realmente o conteúdo e executem comandos e ações planejados para cada vídeo.

Minhas considerações

Para concluir, aqui vão minhas dicas pessoais, o que não são necessariamente uma tendência, mas irão te ajudar muito na hora de produzir um conteúdo diferenciado.

Pare de falar de você mesmo! Não faça propaganda explícita, pelo menos, não o tempo todo e muito menos sem estar dentro do contexto da jornada do seu cliente.

Entregue conteúdo de qualidade, construa valor, responda e resolva as dores dos seus clientes.

Por exemplo, ao invés de dizer “eu sou o melhor”, mostre os resultados que o seu produto ou serviço provoca nas pessoas que já são seus clientes.

Pense nisso!

Se gostou deste conteúdo, não deixe de curtir e compartilhar. Se ficou com alguma dúvida, deixe aqui nos comentários.

FONTE: Admnistradores

5 ferramentas para gerenciamento de redes sociais para sua agência de marketing digital

As ferramentas de gerenciamento de redes sociais aumentam a produtividade, fazendo com que o tempo antes gasto em tarefas operacionais possa ser melhor utilizado em estratégia.

O serviço de gerenciamento de redes sociais é hoje um dos mais oferecidos pelas agências, segundo o Panorama das Agências Digitais, com adesão de 73,7% dos respondentes.

Assim como boa parte das agências no país, a E-Dialog também presta serviços em redes sociais. Incorporamos a rotina de redes sociais ao funil de Inbound, principalmente nas etapas de atração e relacionamento.

Nesse contexto, as ferramentas servem para aumentar a produtividade da equipe. Há uma redução do tempo gasto em tarefas operacionais e um aumento da dedicação à estratégia. Exemplo: ao utilizar um app para captar os dados das redes sociais e compilar um relatório, temos mais tempo para pensar o que aqueles dados significam.

Nem tudo são ferramentas

É comum recorrermos a ferramentas pensando que elas podem fazer o trabalho por nós. No Marketing Digital, isso não acontece. Apesar do ganho de produtividade, o resultado real produzido com a ferramenta ainda depende de estratégia, criação e otimização.

Basta comparar com algo mais comum, como uma lâmina, por exemplo. Nas mãos de um leigo, ela não tem grande utilidade além de pequenas tarefas cotidianas; nas de um cirurgião, pode salvar vidas. A ferramenta é a mesma, muda quem opera.

Ao longo de 7 anos de agência, absorvemos algumas ferramentas que tornaram nosso trabalho mais produtivo.

1. RD Station

No RD Station, as principais funções que utilizamos são o agendamento de posts no Facebook, Twitter e LinkedIn e o acompanhamento de relatórios de resultados. Antes de conhecer o software, utilizávamos outras ferramentas para a tarefa de agendamento, mas com a integração com os dados de Leads o RD Station torna-se essencial.

Ao utilizar o app para postar nas redes sociais, conseguimos fazer um monitoramento mais preciso das conversões, já que há uma integração entre o link e as Landing Pages. Além desse benefício o RD Station já conta com um calendário com algumas sugestões de datas especiais.

Na ferramenta há também a visualização de quais posts deram mais resultado. Isso ajuda bastante a pensar no repost, por exemplo. Algo que nos surpreendeu ao utilizar o RD Station foi ver que, para um cliente específico, o LinkedIn tinha mais impacto do que o Facebook, apesar de ele ter mais seguidores na segunda rede social.

2. Reportei

Um problema comum que tínhamos na agência, principalmente por lidarmos com pequenas e médias empresas, era o de que os relatórios tomavam muito tempo dos analistas na etapa de coleta de dados. Como não havia uma comunicação entre dados de Facebook, Instagram e Google Analytics, era necessário buscar dados relevantes manualmente.

Conseguimos resolver isso com o Reportei. Ele gera um relatório que une redes sociais e Analytics dentro de um template. No relatório, há um espaço para escrever uma análise do que foi visto e em seguida ele pode ser enviado ao cliente via PDF ou link.

O Reportei ainda não disponibiliza dados customizados, apesar de já existirem 2 templates de relatório (simples e completo). O foco é o relatório que é enviado para o cliente – não é ideal como uma ferramenta de Business Inteligence.

3. Instamizer

O Instamizer é uma ferramenta para programar posts no Instagram. Além dos posts tradicionais, ele permite criar Instagram Stories e fazer os Reposts.

O app ainda possibilita fazer interações com usuários e o monitoramento de comentários. Outra função que também é útil é a ferramenta de análise de dados focada no Instagram.

Um ponto interessante é que ele permite que você salve um grupo de hashtags para usar nos posts. As hashtags ajudam na propagação do post no Instagram e podem ser repetidas de acordo com a persona-alvo.

4. Adespresso

O Adespresso é uma ferramenta que utilizamos para gerenciar os Facebook Ads. O diferencial é poder automatizar algumas ações, como impulsionar determinados posts ou otimizar anúncios que tenham melhor desempenho.

Dentro do app há também a opção de criar diversas segmentações em poucos cliques. Essa seleção é bastante útil para quem precisa realizar testes A/B. O Adespresso faz a divisão de verba proporcional ao tamanho da segmentação, além de manter o anúncio “campeão” no ar.

Na parte de relatórios e análise de dados, o Adespresso é bastante completo. Existe um dashboard para os analistas e um “report generator” ideal para enviar relatórios aos clientes. Como o relatório é altamente customizado, você precisa ter claro o que deseja colocar nos módulos de visualização – no começo é algo trabalhoso.

5. Instagress, Influx Social e Turbogram

Instagress, Influx Social e Turbogram são ferramentas que fazem praticamente a mesma coisa, com pequenas diferenças. Elas automatizam alguns processos do Instagram com o foco em ganhar mais seguidores e engajamento.

A prática de usar ferramentas é polêmica já que muitos defendem que se trata de uma espécie de spam. De acordo com o modo de uso, realmente isso pode acontecer. Mas há maneiras de ter resultados produtivos sem spam.

As 4 automatizações padrão são: likes, comentários, seguir e unfollow. Ou seja, o perfil do Instagram vai fazer interações em escala. O spam, nesses casos, pode ser quando o perfil curte posts ou comenta automaticamente, sem se importar com o conteúdo ou personalizar a mensagem. As 4 ações são utilizadas para chamar a atenção de potenciais seguidores.

Na hora de automatizar, por exemplo, você pode escolher seguir os seguidores de determinado concorrente ou basear a segmentação em geolocalização, tags e outras opções.

O cuidado deve ser redobrado ao utilizar tais ferramentas – evite usá-las quando o perfil do Instagram ainda é recente ou tem poucos seguidores. Isso aumenta a chance de o Instagram banir o perfil por spam.

Qual a melhor ferramenta?

Ao longo dos anos, aprendemos na agência que existe a ferramenta ideal para determinado tipo de situação e de cliente. E que algumas ferramentas também não se aplicam a outras situações. Um exemplo claro é o de apps como o Instagress, que podem prejudicar mais do que ajudar uma marca se forem mal utilizados. Sendo assim, nem todos os projetos precisam das 5 ferramentas ao mesmo tempo.

O uso de ferramentas se torna mais necessário à medida que a agência precisa atender um maior volume ou quer dedicar o tempo dos analistas à estratégia e não ao operacional. Com a expansão e o crescimento da agência, elas serão fundamentais no dia a dia.

Fonte: Dialog

Instagram: ‘stories’ poderá ser criados pelo desktop PC

Recurso ficará disponível por meio do site do app, e será lançado em breve, segundo a empresa; versão desktop também permitirá salvar posts
Instagram anunciou que os usuários poderão criar posts temporários – os “stories” – ao acessar o serviço no desktop, através do site do aplicativo. A mudança foi comunicada na quinta-feira, e deve ser disponibilizada em breve. A rede social também permitirá na versão web que os posts sejam salvos para visualização posterior.

A criação de “stories” pelo desktop é feita após o login no site do aplicativo (www.instagram.com), clicando-se no ícone câmera, no canto superior esquerdo. É possível utilizar imagens e textos para compor a mensagem. Por enquanto, o Instagram não divulgou que outros recursos disponíveis no app para “stories”, como vídeos e emojis, serão permitidos.

A visualização desse tipo de post pelo navegador, alternativa que dispensa a necessidade de ter o app instalado, foi anunciada em agosto.

Neil Patel: ‘Posso gerar milhões com qualquer negócio no Brasil’

Neil Patel: ‘Posso gerar milhões com qualquer negócio no Brasil’
Em entrevista a EXAME, guru de marketing digital fala sobre as oportunidades que vê aqui e os erros dos empreendedores brasileiros

São Paulo – O Brasil passa por uma grave crise econômica e muitos empreendedores encontram dificuldades em prosperar. Porém, o guru de marketing digital Neil Patel vê o cenário de outra forma: “A qualquer momento que eu criar um negócio no Brasil, posso fazer milhões de reais em menos de um ano”, disse em entrevista exclusiva a EXAME durante sua última passagem pelo Brasil.
O britânico já trabalhou com empresas como Google e Airbnb e é considerado um dos maiores especialistas em marketing digital do mundo. Nos últimos tempos ele tem se interessado pelo Brasil.

Recentemente, Patel lançou um desafio para empreendedores brasileiros com a proposta de ajudar uma empresa a melhorar seus resultados – de graça. Numa ação anterior, criou a hashtag #quemeneilpatel, o que gerou um buzz em torno de seu nome, até então pouco conhecido por aqui.

Por que tanto interesse pelo país? “Acredito que há muito potencial aqui e a economia não está indo tão bem. O melhor momento para criar uma empresa e crescer é durante a recessão”, afirmou.

Na entrevista, Patel fala sobre os erros que os empresários brasileiros ainda cometem e que os impedem de crescer mais, especialmente no campo do marketing digital, sua especialidade. Fala também sobre as oportunidades que enxerga aqui e sobre o que observou nas empresas grandes e que pode servir de lição aos pequenos negócios.

Veja os principais trechos da entrevista:

EXAME – Você lançou recentemente um desafio para empreendedores brasileiros e no ano passado lançou a campanha #quemeneilpatel. Por que esse interesse pelo Brasil?

Neil Patel – Eu amo as pessoas no Brasil. Acredito que há muito potencial aqui, o talento das pessoas é maravilhoso, as pessoas são inteligentes, e a economia não está indo tão bem. O melhor momento para criar uma empresa e crescer é durante a recessão. Meu objetivo não é ganhar dinheiro no Brasil, mas sim ajudar outras pessoas a ganharem dinheiro. E esse é o melhor momento para ensiná-las a fazer isso, a ter sucesso e fazer seus negócios crescerem.

Na sua opinião, quais são os principais obstáculos para o empreendedores brasileiros melhorarem seus resultados?

O maior de todos é que aqui eles não usam técnicas de growth hacking. Essa é uma nova forma de fazer marketing que envolve todos os setores do negócio, do marketing à engenharia e ao design, tudo combinado para fazer a empresa crescer mais rápido. E as empresas no Brasil não usam essas técnicas ainda.

Outra coisa é que aqui as empresas são geridas de forma muito ineficiente. A empresa pode ter mil pessoas, mas a forma como elas se comunicam e executam e fazem as coisas acontecerem é muito ineficiente. Isso pode ser consertado. Há maneiras de melhorar as equipes, sua comunicação e o seu esforço. Porque, em negócios, se todos trabalham duro para uma empresa e a ajudam a ganhar mais dinheiro, a pessoas são recompensadas, certo?

Então nós fazemos coisas como metas semanais. Chegamos na segunda-feira e definimos ‘vamos fazer essas coisas aqui essa semana para ajudar a empresa a crescer, e isso está acima e além das obrigações diárias de cada um’. Se começa a fazer coisas desse tipo, a empresa cresce mais rápido e todos ganham mais dinheiro.

Agora falando especificamente em agência de marketing digital no Rio de janeiro RJ, quais os principais erros que os empreendedores ainda cometem nessa área?

Eles olham apenas para um aspecto do marketing digital. Às vezes pensam: “Oh, vamos apostar em SEO. Oh, vamos apostar em anúncios pagos. Vamos tentar marketing nas redes sociais”. No Brasil vemos que as pessoas focam em uma dessas ferramentas. Mas você precisa usar todas elas. O marketing digital não é efetivo se você não fizer tudo junto. Se você aposta em cada coisa separadamente, ele não funciona tão bem.

Hoje fala-se muito em inbound marketing, ou seja, geração de conteúdo pelas empresas. Por que os empreendedores deveriam se preocupar em gerar conteúdo? Não basta oferecerem um bom produto ou serviço?

O conteúdo educa. Imagine que as pessoas não sabem como usar o seu produto, ou que você é uma empresa nova no mercado e as pessoas não confiam em você. O conteúdo ajuda a educar e faz com que você fique numa posição melhor no Google, ajuda a trazer mais tráfego para o seu site, mais oportunidades, mais vendas. Então, para um pequeno negócio, essa é a melhor forma de competir com as grandes empresas. Publicidade Nativa: Veja com a WorldSense por que essa estratégia de distribuição de conteúdo faz sentido para o seu negócio Patrocinado

Você já atuou com empresas gigantes como Amazon, Google e GM. O que diferencia essas empresas dos pequenos negócios? Como elas chegaram aonde estão?

Processos. As grandes empresas têm processos muito bons. Quando alguém chega para trabalhar lá, ele rapidamente sabe o que deve fazer, recebe instruções sobre como realizar seu trabalho todos os dias. As pequenas empresas carecem de processos, e sem processos você não consegue crescer. Você não consegue ganhar escala e crescer rápido sem isso.

Como a estratégia de marketing de uma empresa como a Amazon é semelhante à de um pequeno negócio?

Na realidade, são bem similares. A diferença na grande empresa é a escala, e eles procuram colocar um processo por trás. Enquanto que os pequenos negócios fazem muitos testes. Por exemplo: uma empresa grande vai dizer: ‘Escrever conteúdo é bom, então vamos fazer dez artigos por dia’. Já a pequena empresa vai dizer: ‘Todos estão produzindo conteúdo. Vamos testar escrever conteúdo, vamos fazer isso por um mês e ver o que acontece. Se funcionar, nós continuamos. Se não funcionar, nós paramos’.

As grandes empresas vão a fundo, elas se comprometem, fazem por um período longo e ganham escala. E é por isso que elas também tendem a ter mais sucesso. Porque as grandes empresas sabem que você não obtém resultados logo de cara. Coisas boas levam um tempo para dar certo. As pequenas empresas esperam resultado rápido, o que nem sempre acontece.

Esse é um comportamento comum no Brasil?

Sim, mas há muito potencial aqui, mais do que existe nos Estados Unidos. Isso porque aqui o mercado ainda não foi explorado. Não é competitivo. Nos Estados Unidos, o Facebook tem mais anunciantes do que espaço. No Brasil é o contrário, tem mais espaço que anunciantes. Porque as empresas ainda não entenderam o poder que essa ferramenta tem e, as que usam, não o fazem da melhor maneira. Então é fácil chegar e se dar muito bem de forma rápida.

Nos Estados Unidos temos muito competição, então é preciso otimizar para que as coisas funcionem. Quando você traz essas técnicas para o Brasil, a chance de se dar muito bem é alta. A qualquer momento que eu criar um negócio no Brasil, eu posso gerar milhões de reais em menos de um ano. Qualquer tipo de negócio. Eu já fiz isso, é muito fácil. Temos negócios nas áreas de seguros, finanças, saúde.

Você já tem esses negócios no Brasil?

Sim, mas não falo sobre isso. Só ganho dinheiro e fico calado (risos). Mas posso falar de negócios americanos que estou ajudando a trazer para cá. Um deles é o Dr. Axe, um médico que tem um site muito popular nos Estados Unidos, que fala de saúde e nutrição. Outro é o Timothy Sykes, que ensina pessoas pobres a investirem na Bolsa de Valores.

Qual foi a principal lição que você aprendeu como empreendedor até agora?

As pessoas têm medo de falhar. Mas tudo bem falhar. Você sabia que o Mark Zuckerberg falhou? Elon Musk, Bill Gates, todos falharam. Nem todas as coisas que o Zuckerberg fez tiveram sucesso. Às vezes não deu certo. O Snapchat por exemplo. Quantas vezes ele tentou copiar o app até conseguir?

Tudo bem falhar, se você aprende com os seus erros e segue em frente, eventualmente você vai ter sucesso. Não tenha medo de falhar, olhe para o fracasso como uma lição.

Fonte: EXAME